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Rússia estará a preparar nova vaga de mobilização

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Rússia estará a preparar nova vaga de mobilização

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"Guerra Traduzida" na Rádio Observador. Passamos agora em revista os destaques da imprensa ucraniana com a jornalista Laura Figueiredo. A Rússia estará a preparar uma nova vaga de mobilização de 600 mil homens.

A notícia é avançada pelo Kyiv Post, que cita dados da inteligência ucraniana, avançados pelo gabinete do presidente Volodymyr Zelensky. As autoridades russas estarão a planear recrutar 300 mil pessoas este ano e outras 300 mil no próximo ano. O relatório indica que a vaga adicional de mobilização é uma resposta da liderança política do Kremlin à perda de iniciativa na guerra, também ao aumento constante das perdas de efectivos na frente de batalha e ainda a um desaceleramento significativo no recrutamento por contrato nas várias regiões do país.

E Donald Trump garante que a Rússia não irá atacar nenhum território da NATO.

São declarações do presidente norte-americano que chegam depois de, nos últimos dias, vários meios de comunicação social terem adiantado que isso seria uma possibilidade. Donald Trump nega estas alegações e assegura que Vladimir Putin não vai atacar qualquer território da Aliança Atlântica. O presidente norte-americano desvalorizou ainda as notícias divulgadas pelos meios de comunicação social, que davam conta de que o director da CIA, John Ratcliffe, teria alertado as autoridades russas no início da semana.

Laura, na última noite, as forças russas atacaram Kiev, Odessa e Zaporizhzhia.

Sim, a Rússia lançou na última madrugada vários ataques contra importantes cidades ucranianas, tendo causado pelo menos sete feridos. De acordo com o The Kyiv Independent, duas explosões foram ouvidas no centro de Kiev e outras quatro mais distantes da capital. Entretanto, as autoridades ucranianas encontraram também destroços em vários distritos perto de Kiev. Foram ainda relatadas explosões na cidade de Odessa, no sul do país, e também em Zaporizhzhia. Pelo menos sete pessoas, incluindo três crianças, ficaram feridas neste ataque a Zaporizhzhia e a distritos vizinhos. Em Odessa, o chefe da administração militar da cidade dá conta de que o ataque danificou várias infraestruturas, uma instituição de ensino e também um prédio residencial com vários andares.

E há quatro países que instam Bruxelas a usar ativos russos congelados para ajudar a Ucrânia.

A Suécia, os Países Baixos, Espanha e a Polónia vão enviar à Comissão Europeia uma carta a instar o Executivo Comunitário a utilizar os 200 mil milhões de euros de activos russos congelados na União Europeia para ajudar Kiev. Esta carta vai apelar à Comissão Europeia para que retome os trabalhos sobre a ideia e solicite informações actualizadas sobre o progresso no desenvolvimento de mecanismos jurídicos e técnicos alternativos que possam contornar o veto belga.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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