sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida
Mundo

Conselho de Segurança condena ataque contra missão da ONU no Sudão do Sul

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Conselho de Segurança condena ataque contra missão da ONU no Sudão do Sul

O ataque matou dois "soldados da paz" e feriu outros sete, incluindo três soldados etíopes, dois membros do Serviço Nacional de Polícia do Sudão do Sul e dois funcionários civis da Unmiss.

Os membros do Conselho de Segurança endereçaram condolências e solidariedade às famílias das vítimas e manifestaram total apoio aos países que contribuem com tropas para a missão.

Salientaram que os ataques contra as forças de manutenção da paz da ONU podem constituir crimes de guerra segundo o direito internacional e exigiram uma investigação completa, transparente e imediata.

Insistiram ainda para que os responsáveis sejam identificados e levados à Justiça sem demora e alertaram que a impunidade para tais ataques é inaceitável.

Em comunicado, o órgão da ONU manifestou profunda preocupação com a persistente violência intercomunitária e armada no estado de Jonglei e "o seu impacto devastador sobre os civis, os trabalhadores humanitários e as forças de manutenção da paz".

Os 15 Estados-membros exigiram que os líderes políticos e comunitários do Sudão do Sul se empenhem e tomem medidas imediatas e decisivas para pôr fim à violência e garantir a proteção de todos aqueles que trabalham para promover a paz e a segurança no Sudão do Sul.

Salientaram igualmente que o Governo do Sudão do Sul deve trabalhar com a Unmiss para garantir a segurança das suas forças de paz e implementar o seu mandato de proteger os civis e apoiar o processo de paz no Sudão do Sul.

Há vários meses que os combates recomeçaram no Sudão do Sul entre as forças governamentais leais ao Presidente sul-sudanês, Salva Kiir, e as milícias da oposição leais ao seu rival Riek Machar, vice-presidente destituído e colocado em prisão domiciliária.

Segundo os últimos dados disponíveis das Nações Unidas, mais de 160 membros da Unmiss perderam a vida desde a sua criação, a 08 de julho de 2011, na véspera da independência do Sudão do Sul, quando este se separou do Sudão após décadas de conflitos entre os rebeldes do Sul e o Governo de Cartum, no Norte.

O país mais jovem do mundo mergulhou rapidamente, em 2013, numa guerra civil, num contexto de luta pelo poder entre os partidários de Kiir e Machar, antigos inimigos na luta pela independência.

Em 2018, um acordo de partilha de poder entre os dois rivais pôs fim à guerra que causou 400 mil mortes.

No entanto, os confrontos recomeçaram em todo o país entre as forças de ambos os campos após a detenção, em 2025, de Machar, que se encontra desde então em prisão domiciliária em Juba.

O Sudão do Sul ocupa o último lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), sendo também considerado o país mais corrupto do mundo no 'ranking' elaborado pela Organização Não-Governamental (ONG) Transparency International.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›