Lindsay Clancy: Júri já pediu para ver provas. Quais? O balanço de 2 dias
S ão 12 pessoas que ponderam, desde quinta-feira, qual será o futuro de Lindsay Clancy, a mulher que foi julgada nas últimas quase cinco semanas pela morte dos filhos , nos Estados Unidos. As crianças, de oito meses e três e cinco anos morreram sufocadas com bandas elásticas e o caso trouxe para cima da mesa o tema da depressão e psicose-pós parto.
Após as alegações finais, o júri, composto por nove mulheres e três homens, começou a deliberar. Com o fim de semana pelo meio, o grupo ainda não chegou a nenhuma conclusão sobre se Clancy, hoje com 36 anos, deve ou não ser considerada culpada - e em que grau.
O júri volta a reunir-se na segunda-feira para continuar as deliberações mas, até lá, não ficaram 'só' pela conversa.
Na quinta-feira, a CNN Internacional dava conta de que o júri era composto, entre outras pessoas, por "uma mulher que enxugava as lágrimas durante as alegações finais" e também por "um homem que bocejou durante a argumentação final da acusação".
Depois destas observações, o grupo só esteve reunido durante dois dias, quinta-feira e sexta-feira, mas foi neste último dia que se 'mexeu' em termos de pedidos. É que, segundo o jornal The New York Times, que cita Kevin Reddington, advogado de Clancy, os membros do júri pediram durante a manhã de ontem para ver uma faca e alguns frascos de comprimidos, que se acredita estarem relacionados à tentativa de suicídio de Clancy.
Mais de 80 pessoas testemunharam neste julgamento, sendo as hipóteses para esta mulher a condenação por homicídio culposo (possibilidade introduzida mais recentemente), homicídio em primeiro grau ou homicídio em segundo grau. Há ainda a possibilidade de Clancy não ser considerada culpada, por motivos de saúde mental. Neste caso, a mulher será internada.
Após os filhos serem asfixiados, Lindsay Clancy atirou-se de uma janela de sua casa, sobrevivendo. Esta mulher sofreu lesões graves na coluna que a deixaram paraplégica.
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