eDreams Odigeo supera mercado no 1º trimestre e chega a 8,1 milhões de subscritores Prime
A eDreams Odigeo entrou no ano de maior investimento da sua história a superar as estimativas do mercado.
A dona da eDreams, Opodo e GO Voyages divulgou hoje os resultados do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027 – período de três meses findo em 30 de junho de 2026 – com crescimento sólido do seu modelo de subscrição e rentabilidade acima do esperado.
As subscrições Prime, principal motor de crescimento do grupo, continuam a acelerar avança a empresa que revela que somou 173.000 novas subscrições líquidas no trimestre, elevando o número total de membros para 8,1 milhões, um crescimento de 8% em termos homólogos.
O Prime já representa nove em cada 10 euros do lucro bruto e 77% das receitas totais da companhia.
Com este desempenho, a eDO diz estar num ótimo caminho para atingir a meta de 8,5 milhões de subscritores até ao final deste ano fiscal e de 13 milhões até março de 2030.
O trimestre marca o arranque da estratégia plurianual definida em novembro de 2025, que visa transformar o Prime numa subscrição global que abrange todas as formas de viagem.
Segundo a empresa, há dois eixos da estratégia que já estão a dar frutos.
Por um lado a expansão geográfica: As receitas provenientes de mercados fora da base europeia principal cresceram 5% e já representam 27% da receita total, contra 24% no ano anterior.
Por outro a dDiversificação de produtos: O setor ferroviário, o mais recente segmento onde a eDO entrou, está a registar uma adesão em linha com o planeado.
Em Espanha – um dos mercados ferroviários mais liberalizados da Europa e onde a implementação da empresa está mais avançada – o comboio já representa uma quota de dois dígitos dos novos membros Prime.
A empresa admite que a adoção vai variar consoante o mercado, em função do grau de desregulamentação e da maturidade da implementação.
As receitas do Prime cresceram 1% para 128,4 milhões de euros, com as receitas totais do grupo a situarem-se nos 165,5 milhões de euros.
Apesar de estar numa fase deliberada de investimento, com custos de aquisição mais elevados para acelerar o crescimento a longo prazo, a eDreams manteve-se rentável e acima do consenso dos analistas.
O EBITDA Ajustado foi de 28,9 milhões de euros e o EBITDA Cash de 23 milhões de euros, ambos acima das estimativas e em linha com as orientações financeiras apresentadas em novembro.
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