Vitinha, ídolo dos amantes de Cerelac... e o Vitinho
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Este é o Três Toques da Rádio Observador, hoje numa edição muito especial. Muito especial. Com o Carlos Pedro. Olá, Carlos.
Reabrimos com as declarações de Vitinha a um diário desportivo. Eu como muita Ceralac. Muita mesmo. Comentários? Acho uma pouca vergonha. Ceralac é para bebés. Pelo amor de Deus, Ceralac é ótimo, quem é que não gosta? Isto é apropriação cultural. O que não falta aí é adultos a comer Ceralac. Adultos? Quais adultos? Há vários. Diga-me um! Vários. Um! Há vários. Diga-me um! Vários. Diga-me um adulto que coma papa. Além do Vitinha. Além do Vitinha, diga mais. Você é um mentiroso. Diga mais.
E é muito engraçado. Nós não estamos habituados a ver jogadores de futebol associarem-se a este tipo de produto.
Exato. Mas fica a questão: Ceralac é para crianças ou não é para crianças?
E aliás, já agora, muitos trocadilhos. É preciso comer muita papa para conseguir. Aliás, temos um título, uma notícia do Observador que brinca já isto, porque entrou mesmo na linguagem. O diga-me um. Exatamente.
Ficou de facto muito viral nas redes sociais, fala-se muito disso, mas é visto aqui como uma excelente campanha de marketing. Vamos seguir e vamos viajar até Barcelona para falar de, imagine-se, bazófia. Ou neste caso, bazófia a mais, e isso não costuma correr bem. A polícia catalã desmantelou na semana passada uma rede criminosa que assaltava as casas ou tentava assaltar casas de jogadores do Barcelona. As autoridades deram o nome à investigação de Mossos d'Esquadra e culminou com a detenção de três pessoas. Mas que grupo era este? O jornal La Vanguardia, da Catalunha, conta-nos que o grupo desenvolveu uma intensa atividade criminosa entre o final do último ano e meados deste ano. Atuava essencialmente em três zonas, mas tinha uma hierarquia, uma estrutura muito bem definida. Eram muito organizados. Havia Rosa, uma mulher de 40 anos e com 18 antecedentes criminais, que tratava da logística e do aluguer de viaturas para tarefas de vigilância. Havia o David, conhecido por Chucho, de 51 anos.
Que já tinha sido associado ao roubo de 400 quilos de cocaína no Porto de Barcelona em 2005. E depois havia o cabecilha, que se chama Blaco e que assumia a execução material das invasões, mas que foi o responsável pelo fim da brincadeira, graças à bazófia. É que este albano-cosovar de 58 anos andava a vangloriar-se de ter dois relógios de jogadores do Barcelona. Portanto, olha isto.
Olha este que eu consegui, eu não sei de quem. Não lembro o jogador que foi assaltado e que lhe roubaram relógios. Tenho uma ideia de ter ouvido, não sei se foi o Casillas.
Neste caso, no Barcelona, Pau Cubarsí e Joan Garcia foram dois jogadores que foram afetados por esta rede criminosa. Mas de facto é um bocadinho estranho andar a vangloriar-se de ter relógios.
Não é bem wrestling, é PFL, que é outra versão da UFC. Eu não sou grande fã, confesso. Não sou grande fã destes esportes de combate, mas a Professional Fighters League é uma liga conhecida, não ao nível do UFC, mas é uma liga conhecida.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.