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Trump promete responder "com força" aos ataques iranianos

Observador ·
Trump promete responder "com força" aos ataques iranianos

O Presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu esta segunda-feira uma resposta militar “com força” aos ataques com mísseis lançados pelo Irão contra alvos dos Estados Unidos no Médio Oriente.

“Haverá uma resposta” e “vamos atacá-los com força”, assegurou Trump em declarações à estação televisiva Fox News.

Segundo o Presidente norte-americano, todos os mísseis lançados pelo Irão, com exceção de um, foram intercetados, pelo que considerou que os ataques não representam uma ameaça significativa para as forças norte-americanas na região.

As declarações surgem depois de Washington ter realizado, na madrugada de hoje, o primeiro ataque contra alvos iranianos em cerca de um mês, atingindo a ilha de Larak, no estratégico estreito de Ormuz.

O Irão respondeu ao ataque com ações contra bases norte-americanas na Jordânia e nos Emirados Árabes Unidos.

Trump intensificou entretanto a retórica contra a liderança iraniana, considerando que o país está mergulhado num “caos total” e classificando-o como uma “nação falida”.

“O Irão é oficialmente uma nação falida. Acabou! Não tem Marinha, não tem Força Aérea, não tem moeda, não paga aos seus soldados nem à polícia, a inflação está nos 300% e a sua liderança está num caos total, incapaz de representar adequadamente o país”, escreveu Trump na sua plataforma Truth Social.

Na mesma publicação, acusou ainda as autoridades iranianas de recorrerem à repressão contra os manifestantes e afirmou que a liderança da República Islâmica “deve ser julgada por crimes de guerra e crimes contra a humanidade”.

Trump alegou que “já há mais de 100 mil mortos” nos protestos contra o regime iraniano, sem apresentar elementos que sustentem esse número.

No domingo, o Presidente norte-americano tinha também divulgado nas redes sociais um vídeo gerado por inteligência artificial que representava a destruição da ilha de Kharg, onde se situa o principal terminal de exportação de petróleo iraniano.

O novo confronto militar surge numa altura em que os esforços diplomáticos para pôr fim à guerra entre Washington e Teerão permanecem num impasse, apesar das recentes iniciativas de mediação do Paquistão.

O conflito começou em 28 de fevereiro, com uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, e um cessar-fogo alcançado em abril permitiu reduzir significativamente os confrontos diretos, embora tenham continuado ataques esporádicos, sobretudo na região do estreito de Ormuz.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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