segunda-feira, 19 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 23h Trump acusa Zelensky de não querer acabar com a guerra› Há 63 anos, Félicette foi a primeira gata a ir ao Espaço. Recorde› Multidões manifestam-se em apoio a Lula da Silva no Brasil› Salgueiral segue vivo: festa apesar da eliminação frente ao Estoril› Alemanha anunciou acordo para "preparar a Ucrânia para entrar na UE, o que já é uma derrota que a Rússia tem, e essa não vai conseguir resolver"› Ameaça do Irão "fica posta em causa quando Trump diz que se Netanyahu não ganhar não vai combater o Irão"› "Se ele conseguir condicionar as eleições, Netanyahu passa a depender mais de Trump, e Trump tem uma justificativa para avançar sobre o Irão"› PODCAST | Global com Paulo Portas› Paulo Portas arrasa política de Trump para a Rússia: “Ou é uma barata tonta ou tem uma relação com Moscovo que desconhecemos”› Campo de tiro em Alter do Chão: terá um gasoduto feito explodir a ideia?› 23h Trump acusa Zelensky de não querer acabar com a guerra› Há 63 anos, Félicette foi a primeira gata a ir ao Espaço. Recorde› Multidões manifestam-se em apoio a Lula da Silva no Brasil› Salgueiral segue vivo: festa apesar da eliminação frente ao Estoril› Alemanha anunciou acordo para "preparar a Ucrânia para entrar na UE, o que já é uma derrota que a Rússia tem, e essa não vai conseguir resolver"› Ameaça do Irão "fica posta em causa quando Trump diz que se Netanyahu não ganhar não vai combater o Irão"› "Se ele conseguir condicionar as eleições, Netanyahu passa a depender mais de Trump, e Trump tem uma justificativa para avançar sobre o Irão"› PODCAST | Global com Paulo Portas› Paulo Portas arrasa política de Trump para a Rússia: “Ou é uma barata tonta ou tem uma relação com Moscovo que desconhecemos”› Campo de tiro em Alter do Chão: terá um gasoduto feito explodir a ideia?
Últimas

Trump, moeda e pescas. Islândia vota sobre adesão à UE

Observador ·
Trump, moeda e pescas. Islândia vota sobre adesão à UE

O Presidente dos Estados Unidos discursava no Fórum Económico de Davos, em janeiro deste ano , quando mencionou um país inesperado. “Eu estou a ajudar a NATO e, até há uns dias, quando lhes falei da Islândia , eles adoravam-me”, afirmou. Tratava-se apenas de uma gafe: Donald Trump referia-se a uma outra ilha do Ártico que tinha ocupado os seus discursos dessa semana, a Gronelândia. Contudo, a referência ao pequeno país, com menos de 400 mil habitantes, alarmou Reiquiavique.

“Toda esta questão da Gronelândia preocupa as pessoas, é um grande problema”, declarou a primeira-ministra Kristrún Frostadóttir , questionada sobre o tema meses mais tarde . “Os islandeses estão muito preocupados. E os islandeses também têm uma relação estranha com estes mega-países, estas grandes potências à sua volta, porque a nossa História não é marcada pela guerra”, elaborou. Esta mesma preocupação com a segurança e a defesa fez-se sentir, nos últimos meses, no debate sobre a retoma das negociações para a adesão ao bloco europeu.

É precisamente essa a questão que vai, este sábado, a referendo: a Islândia deve voltar a negociar com Bruxelas para entrar na UE? Uma vitória do “sim” não significa necessariamente a adesão — para isso seria necessário um segundo referendo —, mas o Executivo europeísta de Frostadóttir tem enquadrado o momento como um “agora ou nunca” para a adesão à UE. No entanto, as sondagens não permitem prever uma vitória segura da posição do Governo. A última sondagem revelada antes do ato eleitoral aponta que 50,4% dos inquiridos disseram ir votar “sim”, enquanto 49,6% apontaram o “não” como resposta. Mais de 5% dos inquiridos disseram estar indecisos.

Apesar das palavras de Frostadóttir, o referendo vai muito além da questão do Ártico. “As razões geopolíticas estão a ser muito mais discutidas na imprensa internacional do que no debate público na Islândia”, realça Kristinn Árni Hróbjartsson ao Observador. O referendo, que devia realizar-se apenas em 2027, vai a votos já este sábado por motivos principalmente económicos. “ A economia, as taxas de juro, o controlo sobre recursos naturais e a soberania ocupam um lugar muito mais importante tanto na mente dos eleitores como na dos candidatos”, elabora o cofundador e diretor do think tank islandês Varða, focado na segurança e resiliência.

A integração europeia da Islândia já é profunda: para além de ser parte do Espaço Schengen, a ilha é membro da Área Económica Europeia, no âmbito da qual adota já cerca de três quartos das diretrizes económicas de Bruxelas. Porém, são os 25% restantes das regras que determinam a oposição de quase metade da população islandesa ao passo seguinte da integração.

“A revolução dos tachos e panelas”. Foi assim que ficaram conhecidas as manifestações que semanalmente, entre 2008 e 2009, tomaram conta das ruas da Islândia para protestar contra a gestão do Governo de direita — uma coligação entre o Partido da Independência e o Partido Progressista — que estava no poder aquando da crise financeira.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›