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Unicef pede 128 mil euros contra primeiro surto de mpox na Guiné-Bissau

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Unicef pede 128 mil euros contra primeiro surto de mpox na Guiné-Bissau

"E nquanto a resposta nacional mais ampla está em curso, a Unicef necessita de mais de 150.000 dólares americanos para apoiar pilares específicos e essenciais da intervenção contra a monkeypox na Guiné-Bissau. É urgentemente necessário financiamento de emergência flexível para mobilizar estes recursos vitais e proteger as populações vulneráveis", pode ler-se num comunicado.

A Guiné-Bissau enfrenta o primeiro surto de mpox, com sete casos confirmados e 46 suspeitos, a afetar principalmente crianças menores de 15 anos, sublinhou a Unicef.

"Esta é a primeira vez que casos de mpox são relatados na Guiné-Bissau, o que transforma um pequeno surto num acontecimento de grande importância para a saúde pública", declarou a representante adjunta da Unicef na Guiné-Bissau, citada na mesma nota.

Segundo Sandra Martins, o sistema de vigilância sanitária do país lusófono "continua a ser extremamente frágil", sendo que há "risco de que alguns casos não sejam detetados, em particular entre crianças mais vulneráveis a complicações graves".

Até 17 de agosto, a Guiné-Bissau havia relatado sete casos confirmados de mpox, todos em adultos, de acordo com a Unicef.

Seis dos casos confirmados encontram-se na capital Bissau e um na região de Biombo, no oeste do país.

Dos 46 casos suspeitos relatados, "23 envolvem crianças menores de 15 anos", incluindo 16 até aos 4 anos de idade, referiu a Unicef.

Esta situação "suscita preocupações quanto à saúde, tendo em conta o risco acrescido de complicações relacionadas com o vírus em crianças pequenas", acrescentou a organização.

"A reabertura das escolas em setembro reforça ainda mais estas preocupações, tendo em conta o potencial aumento da transmissão entre as crianças" durante este período, sublinhou.

A mpox é uma doença viral que se propaga dos animais para os seres humanos, mas também é transmitida entre seres humanos, causando febre, dores musculares e lesões cutâneas.

Embora a doença continue a circular, já não constitui uma "emergência de saúde pública" em África, congratulou-se, no final de janeiro, a agência de saúde da União Africana (UA), salientando a diminuição do número de casos e de mortes no continente.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

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