terça-feira, 1 de setembro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

10h. MP abre inquérito à correção digital dos exames

Observador ·
10h. MP abre inquérito à correção digital dos exames

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

As notícias na Rádio Observador com Luís Soares. O Ministério Público abriu um inquérito à correção digital dos exames nacionais do ensino secundário. Foi na sequência de uma queixa apresentada pela FENPROF.

A Procuradoria-Geral da República confirma que a queixa da FENPROF deu origem a um inquérito. O processo está no Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Lisboa. Informação avançada há instantes pela Agência Lusa. A queixa foi entregue em julho, motivada sobretudo pelos relatos de folhas desaparecidas em vários exames. Ao longo de várias semanas, os professores relataram também atrasos na disponibilização de provas, erros na digitalização das respostas e também dificuldades na plataforma de classificação. O Ministério Público confirma agora a abertura de um inquérito.

E ainda sobre este assunto, o ex-ministro da Educação, Eduardo Marçal Grilo, considera que a correção digital dos exames do ensino secundário não é reforma nenhuma.

Convidado da comissão de inquérito desta manhã, o ex-ministro da Educação, Marçal Grilo, defende que o que devia ser reformado é o acesso ao ensino superior.

O que se passou foi considerado uma reforma. Eu acho que aquilo não é reforma nenhuma. Aquilo é, sobretudo, e bem, o aperfeiçoamento de uma parte de um processo, que é o processo de validação e da avaliação das provas dos exames do 12º ano. Mas isto faz parte de um processo. Eu pensei muito nisso. O que vale a pena pensar é em reformar o acesso ao ensino superior. Isto não tem nada a ver com a reforma do acesso ao ensino superior.

O antigo ministro da Educação, Eduardo Marçal Grilo, defende uma reforma do acesso ao ensino superior. Foi na comissão de inquérito há instantes aqui na Rádio Observador.

O antigo ministro da Economia, António Costa Silva, avisa que depois do PRR, o país vai ter de ser criativo nas políticas públicas. Como exemplo, o ex-governante apontou o dedo à compra das três fragatas italianas por parte do governo.

António Costa e Silva afirma que é tempo de potenciar as empresas portuguesas depois do prazo para a aplicação do PRR ter chegado ao fim. Quanto à aquisição de fragatas, o antigo ministro defende que a construção de duas delas deve ser feita nos estaleiros navais de Viana do Castelo.

Por que nós vamos comprar três fragatas à Itália? Por que não associamos uma das nossas grandes empresas, que é a West Sea, que é do grupo Martifer e que opera os estaleiros de Viana do Castelo? Isto é uma questão crucial. Se for olhar para os estaleiros de Viana do Castelo, em 2014, como se recordarão, estavam na falência. O Estado conseguiu chegar a acordo com a Martifer, pegou nos estaleiros, criou a West Sea. Nestes últimos 12 anos, estes estaleiros construíram 23 navios e, por ano, estão a reparar 50 navios.

Não, a primeira fragata, muito bem, é construída em Itália, mas temos que associar a West Sea. Repare, a tecnologia da West Sea é referenciada hoje no mundo.

António Costa e Silva defende que Portugal devia, pelo menos, construir duas das três fragatas que foram adquiridas a Itália.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Este assunto em outros veículos

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›