Tradutor e assistência 24 horas: como o Atlético-MG auxiliou na adaptação de joia da Guiné no Brasil
Voz do Setorista: como o Atlético-MG trabalhou na adaptação do Cissé No dia oito de maio de 2025, o tradutor e professor de francês Benjamin Lelaidier aguardava o jovem de Guiné, Mamady Cissé, de 18 anos, no aeroporto de Confins, cidade ao lado de Belo Horizonte.
Ele desembarcou sozinho, tímido, sem falar português e somente com uma bagagem.
O sonho de jogar futebol estava prestes a ser realizado no Atlético-MG.
Ali, ele não tinha ideia de que, em menos de um ano, iria da base ao profissional, renovaria contrato e estaria falando algumas palavras em português, com uma casa em Minas Gerais.
Um processo que contou com uma ajuda especial do clube na adaptação do jogador. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Como o Atlético captou Cissé na Nigéria — Combinei com o Atlético de buscá-lo no aeroporto.
Esperei lá com funcionários das categorias de base do clube.
A chegada dele foi engraçada: ele viajou cerca de 36 horas com uma mala de mão e meio perdido.
Parecia tímido, não estava rindo muito.
Entendo que ele ficou muito impressionado com tudo. — Meu primeiro trabalho foi fazê-lo se sentir bem.
Rapidamente, ele começou a desenvolver uma relação com os amigos e comigo.
Com isso, tudo foi ao natural.
Criamos uma relação.
Ele me chama de papai, eu o chamo de filho.
É uma pessoa fantástica — explicou o tradutor.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.