sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Governo Lula pede ao MPF ação contra Meta por falta de transparência durante eleições› Polícia israelense investiga ataque a diplomatas europeus na Cisjordânia ocupada› Papa Leão 14 recebe alta após cirurgia para retirada de tumor no pulmão› Washington evita confirmar se reconhecerá resultado das eleições brasileiras› Protestos na França e Itália reúnem estudantes e trabalhadores contra cortes e custo de vida› A caça às bruxas de um eventual governo Bolsonaro já começou› Emirados Árabes Unidos retomam apoio a forças anti-houthis no Iêmen, diz Guardian› ‘Falta de transparência das big techs favorece conteúdos da extrema direita nas eleições’, afirma sociólogo› Kremlin comemora decisão do governo Trump de suspender novas sanções contra a Rússia› TSE aprova restrições para canais eleitorais no WhatsApp após denúncias contra Meta› Governo Lula pede ao MPF ação contra Meta por falta de transparência durante eleições› Polícia israelense investiga ataque a diplomatas europeus na Cisjordânia ocupada› Papa Leão 14 recebe alta após cirurgia para retirada de tumor no pulmão› Washington evita confirmar se reconhecerá resultado das eleições brasileiras› Protestos na França e Itália reúnem estudantes e trabalhadores contra cortes e custo de vida› A caça às bruxas de um eventual governo Bolsonaro já começou› Emirados Árabes Unidos retomam apoio a forças anti-houthis no Iêmen, diz Guardian› ‘Falta de transparência das big techs favorece conteúdos da extrema direita nas eleições’, afirma sociólogo› Kremlin comemora decisão do governo Trump de suspender novas sanções contra a Rússia› TSE aprova restrições para canais eleitorais no WhatsApp após denúncias contra Meta
Últimas

Sofrimento com, ou talvez logo sem, Seedorf

UOL Notícias ·
Sofrimento com, ou talvez logo sem, Seedorf

Luís Curro fala sobre as seleções, clubes, competições e jogadores do esporte mais popular do planeta

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Clarence Seedorf será o primeiro holandês a atuar no Campeonato Brasileiro como treinador. Ele chega ao Corinthians para substituir Fernando Diniz, demitido depois de o time acumular oito derrotas seguidas na competição e estar à beira da zona de rebaixamento .

Fiquei surpreso com a escolha de Seedorf , que foi um meio-campista craque quando jogava bola –brilhou na Itália (Milan, Inter de Milão) e na Espanha ( Real Madrid ), esteve na Copa do Mundo de 1998, na França, quando enfrentou o Brasil na semifinal, e encerrou a carreira por aqui, no Botafogo, defendendo o alvinegro carioca em 2012/2013.

Como treinador, entretanto, ele tem carreira incontínua e pífia. Nesta década, não comandou nenhum time. Seu último trabalho foi com a seleção de Camarões, em 2018/2019. São sete anos de inatividade, o que é inadequado em qualquer atividade. A evolução vem com a prática, e o holandês tem sido um não praticante.

Seedorf foi medíocre na estreia, no Milan (2014), piorou no Shenzhen, da China (2016), ampliou a piora no Deportivo La Coruña, da Espanha (2018), e despiorou um pouco nos Leões Indomáveis. Foi com Camarões seu trabalho menos fugaz, 11 meses e meio.

Resumo da carreira iniciada 12 anos atrás. Empregos: 4. Demissões: 3. Não renovação: 1. Jogos: 64. Vitórias: 21. Derrotas: 26. Títulos: Zero. Rebaixamentos: 1 (no Campeonato Espanhol).

A marca mais destacada no currículo de Seedorf é um rebaixamento. Até hoje, e isso não é nada animador para o fã corintiano, mostrou-se um treinador "perna de pau".

Tanto que esteve longe de ser a primeira opção da direção para substituir Diniz. Foram procurados, sem que houvesse acordo, Ramón Díaz (argentino), Luis Zubeldía (argentino) e Sylvinho (ex-lateral da equipe e que dirigiu a Albânia), entre outros.

O Petrônio, funcionário do prédio em que moro, corintiano que acompanha o noticiário do clube avidamente, disse-me que Seedorf foi a décima opção. Ele está bem pouco otimista.

Em sua apresentação , Seedorf, 50, afirmou que não está a par do futebol brasileiro, dando importância nenhuma a isso. Falou que no futebol "a bola é redonda, são 11 contra 11, sem falar a gente se entende". Se não precisa falar, técnico para quê? Distribuir os coletes no treino e deixar que se entendam? Escalar os 11 e deixar que se entendam? Ele precisa, sim, falar, até porque é fluente em português, casado que foi com uma brasileira.

Sobre o currículo enxuto como técnico, afirmou que não quis "pegar algumas coisas oferecidas porque não acreditava nos projetos". Não sei que clubes o procuraram, o que sei é que o projeto imediato, único, do Corinthians é fugir do rebaixamento. Um projeto de salvamento.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›