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Organização ligada ao CV no AM usou centros comerciais e empresas de fachada para lavar dinheiro, diz PF

G1 ·
Organização ligada ao CV no AM usou centros comerciais e empresas de fachada para lavar dinheiro, diz PF

Ação cumpre 43 mandatos e mira organização criminosa; R$ 8 milhões são bloqueados A organização criminosa ligada ao Comando Vermelho (CV) investigada no Amazonas por tráfico interestadual de drogas usou centros comerciais, imóveis, embarcações e empresas de fachada para lavar dinheiro ilícito em Manaus, segundo a Polícia Federal (PF).

O grupo movimentou mais de R$ 35 milhões e investiu parte do dinheiro em bens e empreendimentos na capital amazonense.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (13), durante a Operação La Máquina, deflagrada pela PF e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Amazonas (MPAM).

A ação mira integrantes da organização suspeita de transportar drogas da Amazônia para outras regiões do país.

Segundo a PF, depois de obter dinheiro com o tráfico de drogas, o grupo adotava diferentes estratégias para dificultar a identificação da origem dos recursos. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Entre as práticas investigadas estão o uso de empresas de fachada, depósitos e transferências fracionadas, além da movimentação de dinheiro por terceiros.

Os integrantes também teriam comprado bens em nome de pessoas que não seriam os verdadeiros proprietários.

A organização também investiu em diferentes setores.

Os investigadores identificaram a aquisição de imóveis, veículos, embarcações, centros comerciais e outros empreendimentos em Manaus.

Dois centros comerciais foram identificados pela investigação como parte dos bens ligados aos suspeitos.

Eles ficam nos bairros Novo Aleixo, Zona Norte de Manaus, e Tancredo Neves, na Zona Leste da capital.

A Justiça determinou o sequestro desses bens e de 31 veículos, avaliados em cerca de R$ 3 milhões, além do bloqueio de aproximadamente R$ 7,7 milhões em ativos financeiros.

Segundo a PF, os mais de R$ 35 milhões movimentados pelo grupo passaram por pessoas físicas e empresas ligadas aos investigados.

Os valores eram considerados incompatíveis com as atividades econômicas declaradas por eles.

Armas e dinheiro apreendidos em Manaus durante a Operação La Máquina Reprodução/Rede Amazônica Aviões eram usados para transportar drogas A investigação apontou que o grupo mantinha uma estrutura para transportar drogas a partir da região amazônica para outros estados.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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