Países discutem políticas para menopausa na ONU. E o Brasil?
Carolyn Harris , deputada trabalhista no Parlamento britânico, mostrou à plateia um marcador de páginas com mais de 40 sintomas da menopausa .
Estava no palco com os ministros da Saúde da Indonésia e da Jamaica, sob mediação de Alice Park, da revista Time .
Era 23 de setembro, em Nova York, na semana da Assembleia Geral das Nações Unidas.
O evento sobre políticas e cuidado na menopausa teve cinco ministérios da Saúde como anfitriões: Brasil, Indonésia, Jamaica, México e Espanha.
Harris contou que mulheres liam a lista, reconheciam o que sentiam e procuravam ajuda.
Dar nome ao que acontece no corpo pode ser o primeiro passo para exigir cuidado.
Muitas chegam à transição menopausal sem saber reconhecê-la.
Fiz a abertura do encontro como uma das colíderes do Power in Menopause , movimento que defende políticas públicas para a menopausa.
Continua após a publicidade A pergunta era: o que acontece quando um sistema de saúde se organiza em torno da capacidade de uma mulher gerar filhos e não se prepara para as décadas seguintes ? Abertura do Local to Global: Accelerating Menopause Research, Policy & Care.
Power in Menopause/Divulgação É por isso que, em tantos lugares, ainda parece que começamos do zero .
Continua após a publicidade Harris conhece o problema por experiência própria.
Em outubro de 2021, contou na Câmara dos Comuns que tomou antidepressivos por 11 anos antes de reconhecer a menopausa.
O relato expõe a dificuldade de encontrar uma escuta que considere essa fase .
Até para uma mulher com voz no Parlamento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.