segunda-feira, 19 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Inalação controlada de ar rarefeito pode ser estratégia para atenuar sintomas de Parkinson› Manejo adequado transforma pastagens degradadas em reservatórios de carbono› Projeto busca universitários surdos para desenvolver plataforma de matemática em Libras› Enzima encontrada na raiz da cana aumenta em seis vezes a produção de açúcar a partir do bagaço› UFSCar abre inscrições para o mestrado profissional em química› Ásia em Alta: dinâmicas contemporâneas e transformações no continente asiático› 17ª Simpósio Científico dos Pós-Graduandos no Cena-USP› Debate da Band: Flávio erra sobre Vorcaro, e Lula, sobre crescimento do PIB› Debate de Lula e Flávio Bolsonaro é marcado por Vorcaro e Luchsinger› Lula chama de 'malandro carioca' Flávio Bolsonaro, que se solidariza com 'irmãos' do Rio› Inalação controlada de ar rarefeito pode ser estratégia para atenuar sintomas de Parkinson› Manejo adequado transforma pastagens degradadas em reservatórios de carbono› Projeto busca universitários surdos para desenvolver plataforma de matemática em Libras› Enzima encontrada na raiz da cana aumenta em seis vezes a produção de açúcar a partir do bagaço› UFSCar abre inscrições para o mestrado profissional em química› Ásia em Alta: dinâmicas contemporâneas e transformações no continente asiático› 17ª Simpósio Científico dos Pós-Graduandos no Cena-USP› Debate da Band: Flávio erra sobre Vorcaro, e Lula, sobre crescimento do PIB› Debate de Lula e Flávio Bolsonaro é marcado por Vorcaro e Luchsinger› Lula chama de 'malandro carioca' Flávio Bolsonaro, que se solidariza com 'irmãos' do Rio
Últimas

Onda de protestos na França já levou 2 400 à cadeia e deixou quase mil policiais feridos, diz governo

Veja ·
Onda de protestos na França já levou 2 400 à cadeia e deixou quase mil policiais feridos, diz governo

O Ministério do Interior da França informou neste domingo, 18, que 2 397 pessoas foram detidas e 997 policiais ficaram feridos, sete deles com gravidade, nos protestos do sábado, 17.

Os atos, contra o aumento do custo de vida e a precarização dos serviços públicos, reuniram mais de 500 mil pessoas em dezenas de cidades francesas.

Embora a maior parte das manifestações tenha sido pacífica, grupos violentos entraram em confronto com a polícia, saquearam estabelecimentos comerciais e atacaram prédios públicos.

Em Paris, o Ministério Público informou que mais de 500 pessoas seguiam detidas neste domingo, entre elas 171 menores de idade.

A polícia usou gás lacrimogêneo e jatos de água contra os manifestantes, que lançaram objetos e dispararam fogos de artifício.

Um jovem de 17 anos perdeu uma das mãos em Saint-Étienne, no centro-leste do país, após a explosão de uma granada lançada pelas forças de segurança, e uma adolescente da mesma idade perdeu um dos olhos em Mulhouse, no leste.

A resposta de Macron Sob pressão, o presidente Emmanuel Macron fez um pronunciamento na TV neste domingo.

“Nada justifica, nada explica e nada desculpa a violência”, afirmou.

“Quem saqueou terá de pagar pelos danos, e aqueles que tentaram derrubar a República serão responsabilizados.” Continua após a publicidade O presidente pediu, no entanto, que os responsáveis pelos distúrbios não sejam confundidos com as centenas de milhares de pessoas que se manifestaram pacificamente no sábado.

O que motivou os protestos? A mobilização começou no mês passado, com estudantes denunciando as condições das escolas e a falta de professores em bairros periféricos de baixa renda.

O movimento cresceu e passou a incorporar a insatisfação com a desigualdade, os cortes nos gastos públicos e a alta do custo de vida.

Continua após a publicidade A convergência entre o movimento estudantil e o descontentamento social mais amplo levou centenas de milhares de pessoas às ruas.

Nos confrontos, policiais e veículos oficiais foram atacados, e boutiques de luxo e supermercados, saqueados. (Com AFP) Publicidade

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›