quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Spyware israelense infecta milhões de dispositivos via anúncios sem clique, revela pesquisa› Novo Datafolha aponta cenário de empate técnico, com Lula diminuindo diferença› Maduro e Cilia Flores se declaram inocentes de acusações nos EUA› Comunidade LGBTQIA+ sofre perseguição no Senegal com prisões e testes de HIV forçados› O buquê de Espertirina e a luta por direitos no Rio Grande do Sul› O voto no exterior importa?› Oposição italiana pede voto em Lula e denuncia interferências dos EUA na eleição› Trump desiste de transmitir ao vivo fuzilamento de autor do massacre de Fort Hood› Proposta de Flávio Bolsonaro de aderir ao Escudo das Américas preocupa militares, diz jornal› EUA retiram sanções contra Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia da Venezuela› Spyware israelense infecta milhões de dispositivos via anúncios sem clique, revela pesquisa› Novo Datafolha aponta cenário de empate técnico, com Lula diminuindo diferença› Maduro e Cilia Flores se declaram inocentes de acusações nos EUA› Comunidade LGBTQIA+ sofre perseguição no Senegal com prisões e testes de HIV forçados› O buquê de Espertirina e a luta por direitos no Rio Grande do Sul› O voto no exterior importa?› Oposição italiana pede voto em Lula e denuncia interferências dos EUA na eleição› Trump desiste de transmitir ao vivo fuzilamento de autor do massacre de Fort Hood› Proposta de Flávio Bolsonaro de aderir ao Escudo das Américas preocupa militares, diz jornal› EUA retiram sanções contra Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia da Venezuela
Últimas

BC monitora efeito indireto do choque do petróleo e diz que ainda não há propagação inflacionária relevante

UOL Notícias ·
BC monitora efeito indireto do choque do petróleo e diz que ainda não há propagação inflacionária relevante

BRASÍLIA, 24 Set (Reuters) - O Banco Central afirmou nesta quinta-feira que o recente ​choque nos preços do ​petróleo ainda não gerou propagação inflacionária relevante por meio de efeitos indiretos na economia brasileira, apesar ​dos impactos ⁠diretos ​sobre preços.

Em suas comunicações, o BC ⁠tem apontado que não ​reagirá a efeitos diretos e momentâneos da variação de preços do petróleo ‌diante da guerra no Oriente ‌Médio, ​mas tem enfatizado que não permitirá que esse choque se propague para ‌a inflação do país de forma perene.

Entre os sinais de que não há propagação, a autarquia disse que empresas relatam dificuldades para repassar integralmente os aumentos de custos decorrentes do choque. Além disso, segundo o BC, ‌não se observam sinais de aumento da inflação em segmentos menos expostos ao ​aumento do petróleo nem de aceleração de salários de ‌trabalhadores.

O BC ponderou que a avaliação deve ser cautelosa, citando preocupação com o aumento ‌das expectativas de mercado ‌para a inflação desde o início do conflito, ⁠além de um cenário menos benigno com atividade aquecida e inflação perto do teto da meta.

“Os riscos de propagação não podem ser ​descartados. Nesse contexto, ​além de acompanhar a própria evolução do atual choque de preços de petróleo e derivados e seus efeitos primários, é fundamental continuar monitorando possíveis sinais de sua propagação por meio de efeitos ⁠de segunda ordem”, disse no documento.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›