Mãe que se acorrentou em hospital do TO aguarda transferência do filho, que precisa passar por cirurgia no coração
Mãe se acorrenta em forma de protesto por transferência do filho Laise Sousa Carvalho aguarda a transferência do filho Kauan, de 5 anos, que precisa passar por uma cirurgia no coração.
A criança está internada no Hospital Geral de Palmas e conseguiu uma vaga para continuar o tratamento em um hospital de São Paulo.
O bloqueio do valor necessário para custear a UTI aérea, o procedimento e a internação já foi realizado.
Agora, a família espera pelos trâmites para que a remoção aconteça.
A luta pela transferência de Kauan começou em 2024, quando Laise pediu o Tratamento Fora de Domicílio (TFD).
Kauan nasceu com malformação congênita no coração e precisa de uma cirurgia de Fontan, que é considerada de grande porte.
Ele já havia passado por dois procedimentos no Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto, em São Paulo, e precisa de uma terceira cirurgia. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Em julho de 2025, a Justiça determinou que o Estado transferisse a criança para SP, por meio de UTI aérea, com direito a um acompanhante e ao custeio da estadia.
Nada aconteceu e, um ano depois, a Justiça expediu uma nova decisão, bloqueando o valor necessário para a realização da cirurgia.
Laise Sousa se acorrentou em frente ao HGP para conseguir transferir filho para hospital de SP Reprodução/TV Anhanguera Após o bloqueio, a UTI Pediátrica do HGP emitiu um relatório solicitando que Kauan fosse transferido com urgência.
"Aponta a necessidade de exames bem específicos e complexos onde é a origem do tratamento dele, em São José do Rio Preto", explicou a mãe.
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No mesmo dia, ela deixou o local e se acorrentou em frente ao Ministério Público.
O órgão informou que a mãe foi recebida pela equipe de Assistência Social e de Atendimento ao Cidadão e que o MP atua no processo judicial sobre a assistência à saúde de Kauan, ajuizado pela Defensoria Pública.
No ocasião, a Secretaria Estadual de Saúde informou que o paciente foi acompanhado no Hospital Municipal de Araguaína e que, após as avaliações médicas, foi apontado que a cirurgia de Fontan seria contraindicada nesse caso, devido às condições da criança, que apresentava comprometimento dos acessos vasculares e fragilidade clínica.
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