quarta-feira, 2 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Joshua Wong admite conspiração e pode pegar prisão perpétua em Hong Kong Peru rompe relações com o Irã e o acusa de incentivar escalada bélica Mega-Sena acumula novamente e prémio sobe para R$ 41 milhões no concurso 3053 Irã mira em bases dos EUA em resposta a novos bombardeios Justiça tira do ar nova propaganda com ataque de Sandro Alex contra Moro Felipe Nunes, fundador do instituto Quaest, diz como Minas Gerais ajuda a entender o Brasil Senado aprova projeto que suspende impostos para instalação de data centers OpenAI afirma que próximo modelo é tão avançado que exige medidas de segurança mais rigorosas Dell eleva novamente previsões impulsionada por demanda por IA UE consulta editoras sobre opção de exclusão de pesquisa com IA do Google Joshua Wong admite conspiração e pode pegar prisão perpétua em Hong Kong Peru rompe relações com o Irã e o acusa de incentivar escalada bélica Mega-Sena acumula novamente e prémio sobe para R$ 41 milhões no concurso 3053 Irã mira em bases dos EUA em resposta a novos bombardeios Justiça tira do ar nova propaganda com ataque de Sandro Alex contra Moro Felipe Nunes, fundador do instituto Quaest, diz como Minas Gerais ajuda a entender o Brasil Senado aprova projeto que suspende impostos para instalação de data centers OpenAI afirma que próximo modelo é tão avançado que exige medidas de segurança mais rigorosas Dell eleva novamente previsões impulsionada por demanda por IA UE consulta editoras sobre opção de exclusão de pesquisa com IA do Google
Últimas

Mendonça sabe que pratica ilegalidade na boca da urna. Dará resultado?

Metrópoles ·
Mendonça sabe que pratica ilegalidade na boca da urna. Dará resultado?

Repito aqui em texto parte da análise que fiz no programa que mantenho neste Metrópoles, com o que havia vindo a público, então, entre 13h e 14h30, e também em “O É da Coisa”, aí já com a tempestade de manchetes.

O ministro André Mendonça mandou às favas a lei ao se comportar como policial ou Ministério Público e determinar a investigação de um ministro do Supremo — e, lateralmente, também do procurador-geral da República e do diretor-geral da Polícia Federal .

Ele não é idiota e sabe que o tribunal não tem como não apontar a nulidade do relatório porque fruto de um duplo vício.

Então por que fez o que fez? Será que devemos ignorar o calendário eleitoral? Apontada a nulidade, há um potencial para inflamar as hostes bolsonaristas.

E devo lamentar ainda neste parágrafo: mais uma vez a imprensa condescende com a ilegalidade em nome do cumprimento da lei e da moralidade.

Age assim desde 1964… 1954? Antes? Fiz as minhas considerações antes de vir a público a manifestação de Paulo Gonet, que observa: “A ordem para a investigação dada pelo Ministro relator e os elementos por ela colhidos sofrem, portanto, de dupla nulidade.

A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual.

Por outra causa mais, é nula: mesmo que, casualmente, fosse encontrado algum indício do que o relator entendesse ser irregularidade de interesse penal (…), impunha-se, antes, que se dirigisse ao Presidente do Tribunal, para que o Plenário pudesse avaliar o acerto da sua impressão, concordando ou não com a investigação”.

Está tudo aí.

Afastar o fundamento legal leva o país ao inferno.

Vou me abster aqui, porque já o fiz e voltarei ao tema daqui a pouco, de ser exaustivo na demonstração de que, dadas as dezenas de títulos bombásticos contra Moraes e alguns contra Andrei Rodrigues e Paulo Gonet, não se aponta um miserável possível crime cometido por eles.

Ao contrário até.

Se, pelos frutos, se conhece a árvore, pode-se acusar Rodrigues de ter sido condescendente com as lambanças ou de ter criado embaraços na investigação? Em que momento? Ao contrário: parece-me até que pode ter se excedido um pouco quando foi ao presidente do STF e evidenciou que Dias Toffoli não tinha como continuar relator da investigação — e só porque este foi levado a abrir mão da função, o caso caiu no colo de Mendonça.

Quando Gonet — cujo filho não viajou para Londres porque o tal Fórum Jurídico, a que se seguiria a degustação de uísque não se realizou em 2025 — cumpre lembrar: rejeitou a proposta de delação do ex-dono do Master porque, avaliou, não agregava dados novos à investigação.

Ler a notícia completa no Metrópoles ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

Mais de Metrópoles

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›