terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Claude acessa internet em testes e leva Anthropic a reforçar segurança Cientistas fazem possível descoberta em busca por matéria escura Tim Cook deixa Apple maior e mais rica, mas em busca de recuperar atraso na corrida da IA Golpes com dados pessoais atingem 27 mi; maioria começa em app de mensagem Shein tem estreia sem brilho na bolsa de Hong Kong, investidores se preocupam com riscos regulatórios Por que a China abraçou a IA e o Ocidente desconfia cada vez mais Tim Cook se despede após 15 anos: quem é novo CEO da Apple e o que esperar Ferro de passar sujo: veja como limpar sem estragar o aparelho Meta vê óculos conectados irem de fiasco a hit e ganharem apelido indigesto Amazon é processada nos EUA por práticas de vendas de anúncios Claude acessa internet em testes e leva Anthropic a reforçar segurança Cientistas fazem possível descoberta em busca por matéria escura Tim Cook deixa Apple maior e mais rica, mas em busca de recuperar atraso na corrida da IA Golpes com dados pessoais atingem 27 mi; maioria começa em app de mensagem Shein tem estreia sem brilho na bolsa de Hong Kong, investidores se preocupam com riscos regulatórios Por que a China abraçou a IA e o Ocidente desconfia cada vez mais Tim Cook se despede após 15 anos: quem é novo CEO da Apple e o que esperar Ferro de passar sujo: veja como limpar sem estragar o aparelho Meta vê óculos conectados irem de fiasco a hit e ganharem apelido indigesto Amazon é processada nos EUA por práticas de vendas de anúncios
Brasil

Incêndios no Sul do ES crescem e afetam recuperação do meio ambiente

A Gazeta (ES) ·
Incêndios no Sul do ES crescem e afetam recuperação do meio ambiente

O número de incêndios em áreas de vegetação disparou no Sul do Espírito Santo em 2026. Entre janeiro e julho, foram registradas 568 ocorrências na região, segundo o Corpo de Bombeiros . No mesmo período de 2025, foram contabilizados 166 casos — um aumento de 242%.

Cachoeiro de Itapemirim concentra parte significativa dessas ocorrências. Em diferentes pontos do município, áreas de vegetação foram atingidas pelas chamas e ficaram marcadas pel o cinza e pela destruição.

Além da perda imediata da vegetação, os incêndios provocam impactos ambientais que podem durar décadas. De acordo com o engenheiro ambiental Reinaldo Soares Junior, o tempo de recuperação depende do tipo de área atingida. “Se é um fragmento de vegetação nativa, realmente demora mais tempo. Até chegar ao ponto de regeneração, demoram décadas”, explicou o especialista em entrevista ao repórter Matheus Passos, da TV Gazeta Sul.

Em áreas de vegetação nativa, a recuperação é mais lenta porque o ecossistema é formado por diferentes estágios de desenvolvimento. Já locais com campo ou árvores isoladas tendem a se recuperar mais rapidamente.

Os prejuízos não ficam restritos à vegetação e atingem também a fauna. "Muitos animais morrem queimados, muitos têm que se deslocar para outras regiões, abandonando seu habitat. E, com isso, ao se deslocarem, eles entram em territórios de outros animais, atravessam estradas, são atropelados, e muitos pequenos animais são queimados. A flora, a vegetação, ela sofre significativo impacto porque queima, ela deixa de existir. E, em várias regiões, tem algumas espécies que só existem naquela região. São espécies endêmicas", alertou o diretor-geral do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), Mário Louzada.

Na primeira semana de agosto, em Marataízes, animais, como uma cobra, foram encontrados mort os depois de uma área ser atingida por um incêndio. De acordo com Louzada, o s animais que sobrevivem, mas sofrem queimaduras ou outras lesões, podem ser encaminhados para centros de reabilitação de fauna. A recuperação pode levar meses ou até um ano, antes que seja possível reintroduzi-los na natureza.

Restinga pode levar décadas para se recuperar As áreas de restinga estão entre as mais vulneráveis aos efeitos dos incêndios. Segundo Mário Louzada, a recuperação pode levar décadas e, em alguns casos, chegar a 40 anos. O fogo também deixa o solo exposto, o que pode dificultar a regeneração da vegetação. A ocorrência de novos incêndios em áreas já atingidas agrava ainda mais o problema. "Nós temos situações de reincidência de incêndio. Em áreas onde sofreram incêndios anteriores, isso acaba prejudicando ainda mais a recuperação da área. O incêndio não afeta apenas a fauna e a flora, ele afeta o solo também. Esse solo descoberto, com a chuva, carrega material e vai acabar prejudicando regeneração daquela área", explicou o engenheiro Reinaldo Soares. Para reduzir os impactos, o Iema mantém equipes dedicadas ao monitoramento das 18 unidades de conservação sob responsabilidade do órgão. De acordo com Louzada, brigadistas também atuam na manutenção de aceiros durante o período de menor risco de incêndios.

Ler a notícia completa no A Gazeta (ES) ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).

Mais de A Gazeta (ES)

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›