A discografia do U2, do pior ao melhor
A maior parte do público é incapaz de lembrar de um tempo no qual o U2 não era uma das maiores bandas do planeta.
Bono (vocal), The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria) estão no topo há mais tempo que muita gente está viva, com apenas Paul McCartney e os Rolling Stones experimentando uma longevidade maior no rock.
Ao longo de 46 anos, a banda irlandesa revolucionou a maneira como se usa efeitos na guitarra, além de métodos de produção e composição do gênero.
Isso sem falar do seu impacto no palco.
Não é exagero colocar o U2 no mesmo patamar do Queen como atrações ao vivo, dadas as inovações introduzidas pelo grupo durante a carreira que se tornaram padrão da indústria ao vivo.
O show de rock como conhecemos hoje existe em grande parte por conta de Bono (voz), The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr (bateria).
A Rolling Stone Brasil preparou um ranking dos 14 álbuns de estúdio lançados pela banda, em antecipação ao lançamento de Carnaval de Luz no dia 13 de novembro.
Algumas pequenas considerações antes de começar.
Não serão incluídos nessa lista: EPs; álbuns ao vivo; a colaboração Original Soundtracks 1 (1995) – feita com Brian Eno e lançada sob o nome Passengers ; Songs of Surrender (2023), que, apesar de ser reconhecido pela banda como disco oficial, é na realidade uma série de regravações de 40 músicas antigas da banda, feito para acompanhar o livro de memórias de Bono, Surrender: 40 músicas, uma história ; Carnaval de Luz , que ainda não foi lançado.
A discografia U2, do pior ao melhor 14.
Songs of Innocence (2014) O álbum mais infame da carreira do U2 — e por conta de algo não relacionado à qualidade do trabalho e sim às circunstâncias do seu lançamento.
Esse foi o disco que a Apple achou de bom tom colocar automaticamente no iTunes de todo mundo com iPhone, algo que levantou questões graves sobre privacidade no caminho e colocou o grupo irlandês numa tremenda saia justa.
Quanto à coleção de músicas, há problemas.
O medo de ter perdido a relevância cultural fez o U2 procurar produtores em voga, como Danger Mouse , Paul Epworth e Ryan Tedder , esses dois últimos envolvidos no megasucesso 21 (2011), de Adele .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.