Rondônia tem 2ª maior taxa de hepatite B do Brasil e Porto Velho lidera entre capitais
Rondônia tem a segunda maior taxa de detecção de hepatites B do país O Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2026, divulgado pelo Ministério da Saúde, aponta que Rondônia tem a segunda maior taxa de detecção de hepatite B do Brasil, e Porto Velho lidera entre as capitais com a maiore taxas da doença.
Em contrapartida, o estado está entre os que registram os menores índices de hepatite A no país. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça O levantamento reúne dados registrados entre 2000 e 2025.
Nesse período, Rondônia contabilizou 16.086 casos de hepatites virais, considerando os cinco tipos da doença monitorados pelo boletim.
Hepatite A: com 1.830; Hepatite B, com 11.367; Hepatites C: com 2.515; Hepatite D: com 341; Hepatite E, com 33 casos.
Hepatite A Os dados apontam um cenário positivo para Rondônia em relação à hepatite A.
O estado está entre as unidades da federação com as menores taxas da doença e apresenta uma tendência de queda no número de ocorrências.
Em 2014, Rondônia contabilizou 124 casos.
Em 2025, esse total caiu para apenas nove notificações, uma redução de 92% em 11 anos.
Em Porto Velho, a diminuição foi ainda mais expressiva.
A capital passou de 111 ocorrências em 2014 para apenas uma em 2025, recuo de 99%.
Segundo a pesquisadora em Saúde Pública da Fiocruz Rondônia, Deusilene Vieira, o resultado pode estar associado aos efeitos acumulados das estratégias de imunização e prevenção adotadas ao longo da última década.
Hepatite B A hepatite B concentra os indicadores mais altos do levantamento.
No último ano analisado, Rondônia somou 406 notificações da doença.
O índice alcançou 23,2 casos por 100 mil habitantes, mais de quatro vezes acima da média nacional, que ficou em 5,2 por 100 mil habitantes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rondônia.