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Brasil

O que é o ‘pé diabético’: prevenção pode evitar a maioria das amputações

Bem Paraná ·
O que é o ‘pé diabético’: prevenção pode evitar a maioria das amputações

Com o aumento dos casos de diabetes e o envelhecimento da população brasileira, o pé diabético se consolida como um dos principais desafios da saúde pública.

Trata-se de uma das complicações mais graves da doença.

Por outro lado, muitos casos podem ser evitados com diagnóstico precoce, acompanhamento especializado e cuidados preventivos.

O pé diabético é resultado das alterações que o diabetes provoca ao longo do tempo na circulação sanguínea, na sensibilidade e na capacidade de cicatrização dos pés.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), entre 19% e 34% das pessoas com diabetes desenvolverão úlceras nos pés ao longo da vida.

Quando essas lesões não são identificadas e tratadas precocemente, podem evoluir para infecções graves e aumentar significativamente o risco de amputações.

No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde tem reforçado ações voltadas à identificação precoce e ao cuidado integral das pessoas com diabetes.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Regional Paraná (SBOT-PR), alerta para um aspecto ainda pouco conhecido pela população: o papel do ortopedista na prevenção, no tratamento e na preservação da mobilidade dos pacientes.

Embora a maioria das pessoas associe o diabetes apenas ao controle da glicemia, a doença compromete diversos sistemas do organismo.

Com o passar dos anos, a circulação sanguínea diminui, principalmente nas extremidades, os nervos perdem gradualmente a capacidade de transmitir a dor e outras sensações, a pele fica mais ressecada e estruturas responsáveis pela estabilidade e distribuição das cargas nos pés sofrem alterações.

O resultado é um conjunto de mudanças conhecido como pé diabético.

É justamente a perda da sensibilidade que torna essa condição tão perigosa.

Um calçado inadequado, uma bolha, um pequeno corte ou até mesmo uma pedra dentro do sapato podem provocar lesões que passam despercebidas.

Sem o alerta da dor, o paciente continua caminhando normalmente, agravando a ferida.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

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