sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› TSE aprova restrições para canais eleitorais no WhatsApp após denúncias contra Meta› Flávio Bolsonaro pagou R$ 600 mil a empresa nos EUA que vende sistema para manipular eleições, diz site› A batalha das identidades entre petismo e bolsonarismo› Davi e o Golias digital› Minha Casa, Minha Vida: como Lula levou o sonho da casa própria a milhões de brasileiros› Papa Leão 14 pede cessar-fogo em cidade ucraniana durante conversa com Putin› Estudantes tomam as ruas da Itália contra governo de Meloni: ‘dinheiro para escolas, não para a guerra’› Catar anuncia construção de usina solar no Líbano para enfrentar crise energética› Mais de 1,4 milhão de palestinos estão no mapa da fome por conta do bloqueio israelense› 'Milagre': Tifanny chora ao falar de liberação e reforça despedida em 2026› TSE aprova restrições para canais eleitorais no WhatsApp após denúncias contra Meta› Flávio Bolsonaro pagou R$ 600 mil a empresa nos EUA que vende sistema para manipular eleições, diz site› A batalha das identidades entre petismo e bolsonarismo› Davi e o Golias digital› Minha Casa, Minha Vida: como Lula levou o sonho da casa própria a milhões de brasileiros› Papa Leão 14 pede cessar-fogo em cidade ucraniana durante conversa com Putin› Estudantes tomam as ruas da Itália contra governo de Meloni: ‘dinheiro para escolas, não para a guerra’› Catar anuncia construção de usina solar no Líbano para enfrentar crise energética› Mais de 1,4 milhão de palestinos estão no mapa da fome por conta do bloqueio israelense› 'Milagre': Tifanny chora ao falar de liberação e reforça despedida em 2026
Últimas

Crianças de Gaza retornam às aulas após três anos de conflito

IstoÉ ·

Milhares de crianças na Faixa de Gaza retornaram às aulas presenciais no último sábado (20), marcando a primeira vez em quase três anos.

Os estudantes agora frequentam prédios escolares danificados ou estruturas improvisadas, como tendas, em um cenário de devastação.

A volta às atividades educacionais ocorre após a guerra ter destruído ou danificado 98% das escolas na região, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Autoridades educacionais de Gaza indicam que cerca de 660 mil alunos foram privados do ensino presencial e da participação regular na educação durante o período de conflito.

O retorno às aulas em Gaza mobilizou milhares de crianças no último sábado (20), após quase três anos sem atividades presenciais devido ao conflito.

A maioria das escolas foi destruída ou danificada, forçando o uso de tendas e estruturas improvisadas para acomodar os estudantes.

A guerra impactou severamente a educação, resultando na morte de cerca de 22 mil alunos e mais de 770 profissionais da área.

A reabertura das escolas é um marco frágil para Gaza, após um conflito que matou cerca de 22 mil alunos e mais de 770 profissionais da educação, incluindo 532 professores, conforme Ibrahim Ramadan, diretor de Educação de Khan Younis Oriental.

A difícil realidade dos estudantes “A última vez que fui à escola foi há três anos.

Agora, estamos começando o ano letivo; é um ano de alegria, felicidade e sucesso”, disse Moayed Abu Mustafa, em Khan Younis.

Mustafa afirmou estar determinado a aprender, mesmo que tenha de se sentar no chão de uma barraca sem ventilação, sem sapatos decentes, sem caderno e caneta, e após ter perdido amigos durante a guerra.

“Apesar de tudo isso, vamos aprender, vamos aprender mesmo que seja em uma barraca.” Samar Abu Salmi, uma estudante deslocada de 15 anos que mora com a família em uma barraca, também está voltando às aulas.

“Estudávamos nos celulares e não víamos nossos professores.

Agora, estamos de volta, perseguindo nosso sonho, de uma barraca para outra”, disse ela, falando no pátio de sua nova escola improvisada.

Ler a notícia completa no IstoÉ ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em istoe.com.br — o conteúdo pertence a IstoÉ.

Mais de IstoÉ

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›