Miss brasileira que perdeu o título teria omitido gestação durante concurso, aponta CNB; organização apresenta provas Miss brasileira que perdeu o título teria omitido gestação durante concurso, aponta CNB; organização apresenta provas
O Concurso Nacional de Beleza (CNB) se manifestou após as declarações de Lara Marina Soares Tosta sobre a perda do título e apresentou uma versão diferente para o caso.
Ao hugogloss.com , a organização enviou contratos, laudos médicos, áudios e outros documentos que, segundo a entidade, comprovam que a modelo sabia que estava grávida antes de viajar para a Polônia para disputar o Miss Supranational .
O CNB também apresentou comparações entre os looks usados pela miss durante a competição e afirmou que algumas mudanças teriam sido feitas em uma tentativa de esconder a gestação.
Lara representou o Brasil no Miss Supranational 2026 e terminou a competição na terceira colocação.
Ela embarcou para a Polônia no dia 13 de julho e retornou ao Brasil em agosto.
Segundo o CNB, porém, a gravidez só teria sido comunicada à organização mais de dez dias depois.
A entidade ainda sustenta que a perda do título envolveu uma série de quebras contratuais.
LEIA TAMBÉM: Marina Sena muda letra de música em show e fãs apontam indireta para Juliano Floss; assista Larissa Tomásia termina relacionamento durante gravidez e revela o que motivou decisão Entre os documentos, o CNB divulgou um laudo médico de ultrassom emitido no dia 19 de agosto.
Segundo o concurso, o texto mostra que Lara realizou o primeiro exame em 22 de abril, quando já estaria com sete semanas e um dia de gestação.
Contrato proíbe participação durante gravidez O CNB também enviou trechos do contrato firmado com Lara.
De acordo com a organização, as cláusulas estabeleciam que a candidata não poderia estar grávida durante a participação.
A entidade sustenta que a regra valia para todas as concorrentes.
No comunicado, o concurso argumentou que uma competição internacional exige viagens, ensaios, deslocamentos, compromissos, exposição física e uma rotina intensa.
A organização afirmou que sintomas e possíveis intercorrências de uma gravidez poderiam afetar a candidata durante essas atividades e ser um risco para a mãe e o bebê. [anuncio] “Essa regra não representa qualquer julgamento sobre a maternidade ou sobre a decisão individual de uma mulher em relação à sua gestação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em hugogloss.uol.com.br — o conteúdo pertence a Hugo Gloss.