Quem inventou o abadá? História, regras de corte e onde customizar
O abadá e a prática de customização representam a transição do vestuário no Carnaval de Salvador.
O modelo substituiu vestimentas antigas e gerou um mercado de adaptação de peças para foliões em blocos e camarotes.História e criação do abadá Pedrinho da Rocha - Foto: Reprodução internet O designer e publicitário baiano Pedrinho da Rocha idealizou o abadá moderno no ano de 1993.
O primeiro abadá da história foi do Eva - Foto: Reprodução internet Transição da mortalha: Atividades até o início da década de 1990 utilizavam a mortalha, túnica longa de tecido denso.
Em 1993, Pedrinho da Rocha desenvolveu uma peça mais leve e com cavas ampliadas para o Bloco Eva.Origem do termo: A denominação tem origem na vestimenta branca utilizada por praticantes de capoeira.
O protótipo teve confecção realizada por Angela.Surgimento da customização: Foliões passaram a realizar alterações na modelagem padrão com uso de tesouras, amarrações e adereços.
A prática levou blocos, marcas e ateliês a incorporarem a alteração de peças ao cronograma do evento.
Da mortalha ao abadá - Foto: Reprodução internet Regras técnicas para corte e alteração da peçaO abadá funciona como credencial de acesso aos blocos e camarotes.
O descumprimento de especificações visuais resulta no bloqueio da entrada do participante.Preservação de elementos de acesso: A logomarca do bloco ou camarote, as marcas patrocinadoras e os elementos de validação (QR Code, código de barras ou chip RFID) devem permanecer visíveis sem sobreposição de pedrarias ou cortes.Manutenção da cor base: A tonalidade do tecido identifica o dia de desfile ou o setor do evento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.