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Derrota para o Brasil em 2019 mudou a história de Messi na seleção argentina; entenda

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Derrota para o Brasil em 2019 mudou a história de Messi na seleção argentina; entenda

Messi se aposenta da seleção da Argentina Lionel Messi se despediu nesta segunda-feira da seleção argentina com o status de ídolo histórico, consagrado pelas conquistas dos últimos cinco anos.

Mas antes de enfileirar os títulos que o deixam eternizado no coração da torcida - a Copa do Mundo de 2022 e duas edições de Copa América (2021 e 2024) -, o craque viveu um longo período de frustrações e chegou a pensar em abandonar a seleção após três vice-campeonatos seguidos (Copa do Mundo de 2014 e duas vezes da Copa América, em 2015 e 2016).

Durante muito tempo, boa parte da torcida argentina mantinha uma certa implicância com o camisa 10.

Afinal, eles viam Messi dominar o futebol mundial com a camisa do Barcelona, sem conseguir ter o mesmo desempenho pela Argentina.

Muitos torcedores achavam que Messi era "frio demais" com a camisa da seleção.

Era pouco "argentino".

Messi com os dois troféus da Copa América conquistados pela Argentina, em 2021 e 2024 Reprodução / Instagram Essa história começou a mudar depois de um jogo contra o Brasil, na Copa América de 2019.

A derrota por 2 a 0 no Mineirão, pela semifinal, encerrou mais uma vez o sonho de ganhar algum título com a seleção.

Mas, em vez de abaixar a cabeça e curtir mais uma fossa, Messi encarou a nova decepção de forma diferente.

A partir dali, a torcida veria um outro Messi.

Mais vibrante, mais líder.

Mais argentino, talvez? Messi recebe homenagens após anúncio de aposentadoria da Argentina Em ação contra Messi, na Copa América no Brasil de 2019, no Mineirão: jogador não atuou na final do Maracanã Kaz Photography/Getty Images Esse novo Messi não demorou a aparecer.

O jogo seguinte, na disputa do terceiro lugar com o Chile, na Neo Química Arena, ficou marcado por uma forte discussão de Messi com o chileno Gary Medel, que resultou na expulsão dos dois, ainda no primeiro tempo, quando a Argentina já tinha construído a vitória por 2 a 0 - gols de Agüero e Dybala.

Depois daquela Copa América, Messi passaria cinco anos de completa felicidade com a equipe nacional.

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