quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Como foi a votação do Senado que aprovou fim da escala 6x1: veja repercussão› Das redes sociais para as ruas: como fandoms de K-pop impulsionam campanha para reeleger Lula› China e Coreia do Norte inauguram nova ponte que interliga países e aprofundam laços econômicos› Milhares de colombianos protestam contra cortes e reformas do governo Espriella› Medo de recessão: 74% dos norte-americanos desaprovam condução econômica de Trump› Trump diz guerra contra Irã terminará ‘muito em breve’; alta dos preços pressiona governo› Aprovação de Keiko Fujimori despenca 14,5 pontos, mostra pesquisa› Elon Musk afirma que ‘está na hora de Zelensky ir’› Moscou acusa Zelensky de contrariar esforços de Trump e impedir negociações de paz› Governo Milei eliminou mais de 370 mil empregos formais na Argentina› Como foi a votação do Senado que aprovou fim da escala 6x1: veja repercussão› Das redes sociais para as ruas: como fandoms de K-pop impulsionam campanha para reeleger Lula› China e Coreia do Norte inauguram nova ponte que interliga países e aprofundam laços econômicos› Milhares de colombianos protestam contra cortes e reformas do governo Espriella› Medo de recessão: 74% dos norte-americanos desaprovam condução econômica de Trump› Trump diz guerra contra Irã terminará ‘muito em breve’; alta dos preços pressiona governo› Aprovação de Keiko Fujimori despenca 14,5 pontos, mostra pesquisa› Elon Musk afirma que ‘está na hora de Zelensky ir’› Moscou acusa Zelensky de contrariar esforços de Trump e impedir negociações de paz› Governo Milei eliminou mais de 370 mil empregos formais na Argentina
Últimas

Os seis senadores que se ausentaram ou não votaram a favor do fim da escala 6×1

Veja ·
Os seis senadores que se ausentaram ou não votaram a favor do fim da escala 6×1

A PEC do fim da escala de trabalho 6×1 foi aprovada em duas instâncias no Senado na noite de ontem, com 75 votos a favor, inclusive o do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que passou os últimos meses se colocando contra a proposta e defendendo um projeto paralelo que flexibilizaria a jornada dos trabalhadores.

Assim, do total de 81 senadores que há no Congresso Nacional, seis deles ficaram de fora da aprovação.

Confira abaixo quais políticos não votaram a favor ou não compareceram à sessão.

O único parlamentar que votou contra foi o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente da República de Jair Bolsonaro.

Eleito em 2022 e com mandato garantido até 2030, Mourão se viu à vontade para dizer “não” ao projeto, mesmo em período eleitoral.

Diferentemente dele, outros quatro senadores do PL se ausentaram da votação e, por isso, não se manifestaram formalmente sobre o projeto.

Foram eles: Continua após a publicidade Ciro Nogueira (PP-PE) , ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro; Marcio Bittar (PL-AC) , senador reeleito pelo Acre em 2026; Sergio Moro (PL-PR) , ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e governador eleito do Paraná no primeiro turno de 2026; Rogério Marinho (PL-RN) , coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro e autor de uma proposta alternativa.

Além deles, o senador Davi Alcolumbre (União-AP) também não votou porque é o presidente do Senado e deve ficar de fora, seguindo o regramento da casa, já que ele está conduzindo todos os trabalhos da votação.

Em nota, Moro justificou a abstenção dizendo que acredita que um “tema tão sensível como a alteração da jornada de trabalho” precisava ter sido mais discutido antes de uma decisão por mudança.

“Sempre defendi que um tema tão sensível como a alteração da jornada de trabalho, com impactos diretos sobre trabalhadores, empresas e a economia, fosse discutido com amplitude, profundidade e diálogo.

O período eleitoral não é o momento adequado para esse debate.

Por esse motivo, optei por não votar a proposta da assim denominada PEC 6 por 1”, escreveu.

Continua após a publicidade Sempre defendi que um tema tão sensível como a alteração da jornada de trabalho, com impactos diretos sobre trabalhadores, empresas e a economia, fosse discutido com amplitude, profundidade e diálogo.

O período eleitoral não é o momento adequado para esse debate.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›