Rita Batista minimiza espaço em A Nobreza do Amor: ‘É do pequeno que se cresce’
Estreante em novelas, Rita Batista não se sentiu injustiçada com o pouco espaço que Ladisa recebeu em A Nobreza do Amor.
A intérprete da líder revolucionária, que alimenta a resistência contra Jendal (Lázaro Ramos) para vingar a morte do marido, defendeu que teve um papel proporcional à trama e se mostrou satisfeita com a transição de carreira oferecida pela Globo.
“É de pequeno que se cresce.
A comadre chegou agora na novela e já queria que ela sentasse do lado de Taís [Araujo] e de Lázaro? Não, tem que ser pequenininho, bonitinho, declarou Rita, em um encontro nos Estúdios Globo com a presença do Notícias da TV.
“Essa transição que a Globo me proporcionou foi muito importante para minha carreira, para abrir esse leque e essa possibilidade de ter mais uma profissão.
Migrei para a teledramaturgia e fui muito feliz com a Ladisa.” Para a artista, interpretar uma liderança feminina, mesmo que coadjuvante na trama, é importante para o atual momento do país.
“Apareci proporcionalmente à história.
Acho que foi o tamanho exato.
Ter uma liderança feminina na resistência era muito importante para o momento em que a gente vive.
Então, a emissora está sempre coadunada com as nossas queixas, nossas questões sociais urgentes”, elogiou.
Proibida de dar spoilers, Rita adiantou, com as marcas do próprio corpo, que Ladisa terá sequências intensas na reta final.
As gravações da atual novela das seis terminaram na semana passada.
“No final, tem muita coisa.
Olha meu pé imundo! Os joelhos estão todos roxos.
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