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Política

Agricultura familiar: programa federal beneficia 140 mil agricultores entre 2023 e 2026

Revista Fórum ·
Agricultura familiar: programa federal beneficia 140 mil agricultores entre 2023 e 2026

A agricultura familiar é protagonista e líder na produção de itens fundamentais que estão no prato do brasileiro, diariamente, como mandioca (80%), leite (62,8%), horticultura (62,2%), feijão, e frutas como açaí e uva.

Ela também impulsiona a economia local, melhora a saúde da população ao garantir o abastecimento de alimentos variados e frescos, e o que é melhor, gera muitos empregos.

Dados do Censo Agropecuário 2024 mostram que a agricultura familiar responde por cerca de 67% a 70% das ocupações no meio rural, envolvendo mais de 10 milhões de trabalhadores.

Um dos grandes ganhos recentes no fomento da agricultura familiar e na busca por segurança alimentar foi o relançamento, em 2023, pelo Governo Federal do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), iniciativa que conecta pequenos produtores rurais de todo o país a quem precisa de ajuda para se alimentar.

Entre 2023 e 2026, foram registrados 140 mil agricultores beneficiados e um investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões com a compra de 376,6 mil toneladas de alimentos para creches, escolas, asilos, abrigos, cozinhas solidárias, restaurantes populares e unidades de saúde e assistência social.

Dentro das escolas, mais especificamente, foram destinados 45% dos repasses federais para compras diretas da agricultura familiar, com exigência de que 80% do cardápio seja composto por itens in natura ou minimamente processados.

O PAA é executado pelos estados e municípios em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

Este programa aliado a outras políticas públicas voltadas à segurança alimentar e à promoção da agricultura familiar no Brasil, como Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), por exemplo, foram responsáveis para que o país saísse, pela segunda vez, do Mapa da Fome da ONU (Organização das Nações Unidas).

Segundo a organização, é preciso atingir a marca de menos de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente para colocar o país fora da zona de insegurança alimentar grave.

O índice chegou 0,6% da população em 2025.

A extrema pobreza passou de 5,9% em 2022 para 3,4% em 2025, enquanto a faixa de pobreza recuou de 31,6% para 21,5% no mesmo período.

Os dados são das diretrizes do programa de governo da chapa Lula/Alckmin, entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 7 de agosto.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

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