Mulher baleada na cabeça no DF teria feito 'sinal universal de socorro' antes de morrer, diz vizinho; entenda gesto
Mulher baleada na cabeça no DF teria feito 'sinal universal de socorro' antes de morrer Um vizinho de Mayara Varela — baleada na cabeça na Candangolândia, no Distrito Federal, nesta quinta-feira (15) — afirmou que viu a vítima fazer um sinal com a mão ao ser abordada pelo suspeito, ex-marido dela, na saída de um supermercado.
Ela chegou a ser levada ao hospital após os tiros, mas não resistiu e morreu nesta sexta-feira (16).
Ao relatar o episódio a outros vizinhos e à família da vítima, a testemunha ouviu que o movimento que Mayara fez correspondia ao 'sinal universal de socorro', usado para indicar que uma pessoa está em perigo e precisa de ajuda.
O suspeito, André Eduardo da Silva, fugiu e é procurado pela Polícia Civil.
O caso é investigado como feminicídio.
Silencioso, justamente para não ser percebido pelo agressor, o sinal feito por Mayara consiste em deixar a mão com a palma para fora, dobrar o polegar para dentro e fechar os outros quatro dedos sobre ele (veja vídeo acima).
A ideia é que, quem veja a situação, entenda que a vítima está em risco.
O vizinho que teria visto Mayara fazer o gesto disse que não prestou socorro porque, no momento do ocorrido, não entendeu o que estava acontecendo. 📞 VEJA AQUI como denunciar violência contra a mulher ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp Sinal de socorro usado por mulheres em situação de perigo g1 PR A família disse que Mayara já havia feito um boletim de ocorrência contra André Eduardo e que acredita que o crime foi motivado por uma disputa relacionada à pensão alimentícia da filha, de 3 anos.
Câmeras registraram agressões Feminicídio: imagens de câmeras de segurança mostram suspeito atacando Mayara Varela no DF Imagens de câmeras de segurança mostram um homem agindo de forma agressiva com a vítima (veja acima).
Segundo testemunhas, os dois discutiram na rua e o suspeito atirou contra a vítima.
A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o local.
Mayara foi socorrida e levada para o Hospital de Base.
Mayara Varela morreu aos 30 anos Reprodução "A gente mora aqui na rua de trás e eu ouvi os tiros, mas eu nunca imaginei que fosse com a minha filha.
Ouvia a ambulância passando também.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Distrito Federal.