De Uberlândia para o mundo: três estilistas transformam a cidade em referência da moda de luxo
De Uberlândia para o mundo: três estilistas transformam a cidade em referência da moda de Uberlândia completa 138 anos em 31 de agosto com representantes de destaque na moda de luxo brasileira.
As estilistas Fabiana Milazzo, Patrícia Bonaldi, da PatBO, e Letícia Manzan construíram marcas a partir da cidade e conquistaram espaço no mercado internacional, vestindo celebridades como Beyoncé, Jennifer Lopez, Shraron Stone, Xuxa e Gisele Bündchen.
As três estilistas investiram na valorização do trabalho artesanal e na formação de equipes especializadas em Uberlândia.
Hoje, suas criações são usadas por mulheres de todo o Brasil e também do exterior. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Além do sucesso empresarial, as três estilistas contribuíram para transformar Uberlândia em um polo de criatividade, inovação e geração de emprego na indústria da moda.
Fabiana Milazzo, Patrícia Bonaldi e Letícia Manzan Samara Guimarães Coelho (D), Leo Faria (M), Hallyson Bysmarck (E) Fabiana Milazzo: Luxo artesanal Fabiana Milazzo fundou sua marca há 25 anos em Uberlândia Samara Guimarães Melo/Divulgação Há 25 anos, Fabiana Milazzo iniciou, em Uberlândia, uma trajetória que a levou a mercados nacionais e internacionais, com passagens por cidades como São Paulo, Paris e Los Angeles.
Mesmo em um setor dominado por marcas tradicionais, algumas centenárias, a estilista decidiu manter a produção no interior de Minas Gerais.
Até hoje, toda a confecção da marca está concentrada na cidade.
"Eu quero ver minha cidade crescendo.
Quero que as pessoas que estão aqui tenham trabalho, aprendam mais e tenham oportunidades", afirma Fabiana Milazzo.
Com lojas em Uberlândia e São Paulo, Fabiana atribui parte do sucesso ao aperfeiçoamento técnico.
Ela se formou em Moda na Academia Italiana de Moda, Arte e Design e fez especialização no Instituto Callegari.
Segundo a estilista, a formação ajudou a transformar ideias em criações que valorizam a identidade feminina.
"O desenvolvimento técnico me proporcionou ter mais domínio sobre minhas ideias, por exemplo, eu queria algo que lembrasse o brilho da água em determinadas peças.
Após comentar sobre isso com um fornecedor ele desenvolveu o tecido liquid, para o qual tenho exclusividade no Brasil", contou.
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