Regata de 200 milhas coloca dirigente e comandante diante do mesmo desafio no mar
Vento, correntes marítimas e decisões tomadas durante aproximadamente 200 milhas náuticas estarão entre os desafios das equipes que disputarão a 76ª Regata Santos–Rio, com largada em 22 de outubro.
Entre os comandantes estará Bayard Umbuzeiro Neto, que também ocupa o cargo de comodoro da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO).
À frente do Inaê Soto40 Transbrasa, ele participará da travessia responsável por abrir o Campeonato Brasileiro de Oceano.
O percurso começa em Santos (SP) e termina na região do Rio de Janeiro (RJ).
Em 2026, a chegada será deslocada para a Ilha Rasa, antes da entrada da Baía de Guanabara.
A mudança altera a parte final da navegação e procura reduzir a influência das correntes da barra da Guanabara, mantendo as decisões das tripulações em mar aberto.
Para Bayard, a prova reúne duas responsabilidades.
Como comodoro, acompanha a organização de um campeonato que inclui diferentes perfis de veleiros.
Como comandante do Inaê, precisará administrar a estratégia da embarcação durante uma competição de longo percurso.
“Como comodoro, é uma satisfação ver uma Santos–Rio forte e um Campeonato Brasileiro reunindo equipes de alto nível.
É exatamente isso que queremos para a vela oceânica.
Como competidor, sabemos que essa qualidade aumenta muito o nosso desafio.
Quando começa a regata, a função institucional fica em terra.
Dentro do Inaê, sou comandante e quero fazer a melhor regata possível com a minha equipe”, afirma Bayard.
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