Em MG, Renan Santos defende endurecimento contra facções e lei para cobrar metas de gestores
Foto do candidato Renan Santos durante coletiva de imprensa em BH Reprodução/TV Globo O candidato à Presidência Renan Santos cumpriu agenda em Minas Gerais nesta sexta-feira (28) e apresentou propostas para segurança pública, saneamento básico, habitação, infraestrutura e renegociação das dívidas dos estados.
Na área de segurança, Renan defendeu aumento de penas, mudanças nas leis de execução penal, construção de superpresídios e ações para retomada de territórios dominados por facções criminosas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Durante a tarde, ele participou de uma ação para apagar símbolos de facções pintados em muros e afirmou que o país precisa promover uma "guerra contra as facções criminosas".
"Aumento de pena para todos, alteração às leis de execução penal e uma política de enfrentamento urbana", afirmou.
O candidato também propôs colocar determinadas regiões, bairros e até cidades em estado de defesa para realizar o que chamou de "reocupação territorial" por meio das polícias, com as Forças Armadas como auxiliares.
"A gente vai retirar o comando territorial que essas facções têm sobre territórios brasileiros", disse.
Agora no g1 Metas para prefeitos e governadores Renan também defendeu a criação da chamada Lei de Responsabilidade Gerencial, que estabeleceria metas para prefeitos e governadores em áreas como segurança, saúde, educação e saneamento básico.
Segundo o candidato, o cumprimento dos indicadores poderia ser considerado na distribuição de investimentos e emendas.
Gestores que não atingissem determinadas metas poderiam sofrer sanções.
"Se eles cumprem esses pontos, eles podem receber mais investimentos, inclusive emendas.
Se não cumprem, o prefeito pode ficar inelegível", afirmou.
Habitação e saneamento Na área habitacional, Renan propôs o que chamou de "marco nacional de desfavelização".
A medida incluiria um cadastro nacional das habitações e ações urbanísticas em comunidades.
Segundo o candidato, famílias que vivem em locais considerados inadequados para moradia poderiam ser transferidas para novos bairros, construídos mais próximos de áreas com oferta de emprego.
Em outras regiões, ele defendeu parcerias com a iniciativa privada para investimentos.
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