terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

TSE começa a julgar hoje limites para uso de IA em campanhas eleitorais

CNN Brasil ·
TSE começa a julgar hoje limites para uso de IA em campanhas eleitorais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) julga nesta terça-feira (1º), a partir das 19h, uma ação que pode consolidar o entendimento da Corte sobre os limites do uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral.

O caso concreto é uma ação movida pelo PT, integrante da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) , contra um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) produzido com inteligência artificial e exibido na convenção nacional do PL que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

Ao julgar o caso, os ministros terão de decidir onde termina o uso legítimo de inteligência artificial e onde começa o deepfake proibido pela legislação eleitoral, limite que ainda divide a Corte.

Leia Mais TSE manda Instagram fornecer dados de presidente da Acadêmicos de Niterói Campanha de Lula pede ao TSE bloqueio do fundo partidário do PL Pablo Marçal pede ao TSE suspensão de inelegibilidade de 8 anos Na gravação veiculadas na convenção do PL, um avatar com imagem e voz semelhantes às de Jair Bolsonaro afirma estar preso por uma decisão que considera injusta e declara apoio à candidatura do filho.

O ex-presidente cumpre prisão domiciliar e está proibido, por decisão do ministro Alexandre de Moraes , do STF (Supremo Tribunal Federal) , de se manifestar publicamente sobre política durante o período eleitoral.

O PT sustenta que o conteúdo configura propaganda eleitoral antecipada e uso irregular de inteligência artificial.

A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que o vídeo é comparável a recursos como máscaras ou bonecos usados em campanhas, ou seja, uma representação evidentemente artificial, sem intenção de enganar o eleitor.

Conteúdo sintético X deepfake A resolução eleitoral vigente exige que qualquer material produzido ou manipulado por inteligência artificial seja identificado de forma explícita ao eleitor.

Já o uso de deepfakes para favorecer ou prejudicar candidaturas é proibido.

O impasse está em definir quando um conteúdo deixa de ser IA identificada e passa a ser deepfake.

Na semana passada, o ministro André Mendonça apresentou ao plenário uma proposta para separar as duas categorias .

Pela tese, nem todo material gerado por IA seria automaticamente considerado deepfake: Conteúdo sintético — peça gerada ou manipulada por IA, mas cujo caráter artificial é evidente (memes, caricaturas, animações, sátiras).

Seu uso seria permitido, desde que sinalizado ao eleitor.

Deepfake — categoria mais restrita, definida pelo grau de realismo capaz de fazer o eleitor acreditar que está diante de um registro autêntico.

Ler a notícia completa no CNN Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

Mais de CNN Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›