PLOA 2027: Governo federal confirma aporte de R$ 6 bilhões nos Correios
O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (31), o aporte de R$ 6 bilhões aos Correios.
A divulgação foi feita oficialmente na coletiva de imprensa de apresentação do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2027.
A medida faz parte do acordo de empréstimo firmado pela estatal no fim de 2025.
O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, havia afirmado horas antes, durante evento em São Paulo, que o financiamento não se tratava apenas de uma simples transação, mas uma medida para reestruturação da empresa .
Leia Mais Em carta, Tim Cook se despede da Apple em último dia como CEO PLOA 2027: Pretendemos ir revisando benefícios fiscais, diz Durigan Master, sonegação e disputa em SP: o pano da fundo da falência da Refit “Quando olhamos para os resultados que foram publicados no fim de semana , temos vários resultados importantes, as medidas estão em operação e o caixa está melhorando”, declarou Moretti.
De acordo com ele, o investimento é necessário para que a empresa se reestruture e recupere sua capacidade para a volta ao mercado.
Em nota divulgada neste domingo (30), Bruno Moretti e o ministro das Comunicações, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Frederico de Siqueira Filho, afirmaram que os Correios vêm tomando providências quanto à redução de despesas e melhora do fluxo de caixa desde que a linha de empréstimo foi adotada .
Problema dos Correios é estruturante, diz professor | MONEY NEWS Segundo a nota, o balanço do segundo trimestre de 2026, divulgado neste sábado (29), mostra um avanço na evolução do plano de reestruturação.
“De lá para cá, a empresa tem tomado medidas para reduzir suas despesas, ampliar sua receita operacional e equacionar seu fluxo de caixa”, diz o anúncio.
Os Correios consolidaram prejuízo de R$ 5,55 bilhões no primeiro semestre de 2025. *Sob supervisão de João Nakamura Quebra de bancos: como funciona a proteção do FGC aos clientes
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.