terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Ameba 'comedora de cérebro' mata adolescente nos EUA Motociclista morre após bater na traseira de caminhão na BR-369, no Paraná Glaciares ameaçam novo colapso após enchentes que mataram 1.000 no Nepal Paróquia mais antiga da Diocese de Apucarana comemora 88 anos com festa tradicional Filho é preso pela polícia após agredir a mãe por vingança em Apucarana Inflação na zona do euro atinge 3,3% em agosto, maior nível em três anos Adolescente é presa por transmissão de ataque a mesquita nos EUA Falha no sistema de energia afeta circulação da linha 12-Safira em SP Alcolumbre indica Rodrigo Pacheco para o cargo de ministro do TCU, no lugar de Bruno Dantas Homem e mulher são encontrados mortos em Jandaia do Sul Ameba 'comedora de cérebro' mata adolescente nos EUA Motociclista morre após bater na traseira de caminhão na BR-369, no Paraná Glaciares ameaçam novo colapso após enchentes que mataram 1.000 no Nepal Paróquia mais antiga da Diocese de Apucarana comemora 88 anos com festa tradicional Filho é preso pela polícia após agredir a mãe por vingança em Apucarana Inflação na zona do euro atinge 3,3% em agosto, maior nível em três anos Adolescente é presa por transmissão de ataque a mesquita nos EUA Falha no sistema de energia afeta circulação da linha 12-Safira em SP Alcolumbre indica Rodrigo Pacheco para o cargo de ministro do TCU, no lugar de Bruno Dantas Homem e mulher são encontrados mortos em Jandaia do Sul
Política

Nenhum risco é maior que risco-Bolsonaro

Folha · Poder ·
Nenhum risco é maior que risco-Bolsonaro

Professor de direito constitucional da USP, é doutor em direito e ciência política e membro do Observatório Pesquisa, Ciência e Liberdade - SBPC

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

A atenção da liga internacional da extrema direita se concentra hoje no Brasil. A liga tem sido laboratório de produção e exportação de técnicas para esvaziar regimes democráticos dos resquícios de autogoverno coletivo, eleições livres , proteção das liberdades. Essa época histórica não se esgotará em dois ou três ciclos eleitorais.

Quem tenta se posicionar eleitoralmente nos moldes da antiga normalidade, entre esquerda e direita, entre mais ou menos Estado, mais ou menos política social, precisa se dar conta da enormidade de nosso tempo.

O Brasil tem um sócio master na liga internacional: os Bolsonaros. Nenhuma outra candidatura, por maiores que sejam seus riscos econômicos e sociais, tem a dimensão vital e existencial como o risco-Bolsonaro.

As provas são documentadas. Foram vividas por cidadãos nos últimos anos. Estão na memória do corpo e das emoções de quem conseguiu manter consciência humanista e autonomia do juízo no período.

A primeira está no curriculum vitae do pai e dos filhos. Note a onipresença de milicianos, 'rachadinhas', de dinheiro vivo, do interesse nacional subordinado a interesse familiar. O filho-candidato foi um dos dois votos contra a CPI das milícias. O outro foi do mandante do assassinato de Marielle Franco . Flávio nunca explicou seu conceito de "legalização das milícias".

A segunda foi o uso da incivilidade performática não como grosseria e quebra de etiqueta pública, mas como autorização da violência numa sociedade de grupos tão vulneráveis como os de meninas forçadas à prostituição.

A terceira toca soberania nacional. Membro da família abandonou o cargo eletivo e vive nos EUA para trabalhar contra a economia nacional. Vivemos inédito regime de sanção econômica e na fila por nova intervenção de Trump. A família recusa a não-subalternidade global.

A quarta é a Amazônia . A família optou por ausência do Estado, estímulo ao desmatamento e liberou crime organizado . Abdica da soberania territorial e renuncia à nossa maior riqueza para o século 21. E turbina a mudança climática. Empobrecimento coletivo com enriquecimento privado de economias ilícitas.

A quinta foi o ataque a minorias sociais e a vozes dissidentes de professores, cientistas e jornalistas. A sala de aula gelou. A sexta é a ruína da capacidade estatal: o negacionismo, a desprofissionalização da burocracia e a volta ao Mapa da Fome são exemplos traduzidos em mortes. Eclipse institucional é obra familiar.

A sétima foi o repertório de ilegalismos autoritários. Buscou desinstitucionalizar o que pôde, vencer instituições de controle pela ameaça e pela fadiga. Estimulou desrespeito a lei e assegurou leniência fiscalizatória.

A oitava foi a instrumentalização da fé. Converte disputa política numa guerra entre o bem e o mal, promove pânico moral e viola liberdade religiosa. Mas oferece contratos públicos, renúncia fiscal e perdão de dívidas a corporações eclesiásticas.

A nona é o desempenho econômico.

Ler a notícia completa no Folha · Poder ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Poder.

Este assunto em outros veículos

Mais de Folha · Poder

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›