sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Norris renova até 2030 e gostaria de encerrar a carreira na McLaren Indy: O'Ward e Palou dividem pole em Milwaukee; Collet larga no fundo Willian confirma rescisão e se despede do Grêmio após passagem apagada Onde vai passar o Spaten Fight Night 3 ao vivo? Veja como assistir Endrick fica fora de mais um jogo do Real Madrid, mas Mourinho diz que volta está próxima MotoGP: Horários, previsão do tempo e como assistir ao domingo do GP de Aragón MotoGP: Márquez sabia que dependia da primeira curva para vencer na sprint de Aragón Flamengo tem acordo com Pulgar para renovação de contrato até o fim de 2028 Sem Savinho, Tottenham cai em casa e faz Ancelotti perder viagem Onde vai passar Vasco x Cruzeiro pelo Brasileirão? Como assistir ao vivo Norris renova até 2030 e gostaria de encerrar a carreira na McLaren Indy: O'Ward e Palou dividem pole em Milwaukee; Collet larga no fundo Willian confirma rescisão e se despede do Grêmio após passagem apagada Onde vai passar o Spaten Fight Night 3 ao vivo? Veja como assistir Endrick fica fora de mais um jogo do Real Madrid, mas Mourinho diz que volta está próxima MotoGP: Horários, previsão do tempo e como assistir ao domingo do GP de Aragón MotoGP: Márquez sabia que dependia da primeira curva para vencer na sprint de Aragón Flamengo tem acordo com Pulgar para renovação de contrato até o fim de 2028 Sem Savinho, Tottenham cai em casa e faz Ancelotti perder viagem Onde vai passar Vasco x Cruzeiro pelo Brasileirão? Como assistir ao vivo
Política

STF faz audiência pública sobre combate a facções criminosas; Lei Antifacção é questionada na Corte

G1 Política ·
STF faz audiência pública sobre combate a facções criminosas; Lei Antifacção é questionada na Corte

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (25) o segundo dia de audiência pública para discutir pontos questionados da Lei Antifacção.

A lei, aprovada na Câmara dos Deputados e no Senado e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em março deste ano, é alvo de quatro ações que pedem a inconstitucionalidade de diversos dispositivos do texto (leia mais abaixo).

As ações que tramitam na Corte são de relatoria do ministro Alexandre de Moraes, responsável pela condução da audiência.

Agora no g1 O ministro habilitou 48 especialistas e entidades para expor sua opinião a respeito do texto aprovado pelo Congresso Nacional.

No início dos debates, o ministro defendeu a cooperação entre polícias e estados e disse que não é possível combater o crime organizado pontualmente, no estilo de “cada estado faz o seu”.

“As organizações criminosas hoje são interestaduais, internacionais.

Se não houver uma coordenação, uma cooperação, nós não vamos avançar”, afirmou Moraes.

O ministro Gilmar Mendes disse que não é possível pensar em uma política de segurança pública sem cooperação mínima.

“O crime organizado fez o caminho oposto, integrou-se nacionalmente e estabeleceu cadeias logísticas interestaduais, padronizou estruturas de comando internacionalizou rotas e finanças.

Temos assim o paradoxo de uma criminalidade organizada e enfrentada por um estado que ainda atua de forma fragmentada”.

Pontos questionados As ações que questionam a lei no Supremo foram apresentadas pela Associação Nacional dos Prefeitos e Vice-Prefeitos da Republica Federativa do Brasil (ANPV), Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim), União Nacional das Advogadas Criminalistas e Acadêmicas de Direito e Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp).

As ações questionam os seguintes pontos da lei, que ainda precisam ser analisados pelo plenário do STF: criação de crimes com conceitos considerados vagos e aumento de pena para até 60 anos, no caso de lideranças de organizações criminosas ultraviolentas; proibição de livramento condicional para os condenados por crime de domínio social estruturado; abolição de auxílio-reclusão para dependentes de pessoas presas pela prática de crimes de domínio social estruturado; equiparação do preso provisório ao condenado para fins de estabelecimento prisional; julgamento dos crimes de homicídio cometidos por membros de organizações criminosas ultraviolentas pelas Varas Colegiadas; presunção de necessidade de prisão preventiva de pessoas acusadas pela prática de crimes de domínio social estruturado.

Ler a notícia completa no G1 Política ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.

Mais de G1 Política

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›