quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› China e Coreia do Norte inauguram nova ponte que interliga países e aprofundam laços econômicos› Netanyahu chama Brasil de ‘país pequeno’ ao defender candidatura de Flávio Bolsonaro› Lula celebra aprovação da PEC do fim da escala 6×1: ‘conquista histórica’› Senado aprova PEC do fim da escala 6×1 em vitória histórica para Lula e trabalhadores› Campanha de Lula diz que irá denunciar à OEA postura intervencionista da Meta› Líder do PL admite que Flávio Bolsonaro tentará reverter fim da 6×1 com PEC das Horas Trabalhadas› Direitos LGBT+, conquistas e avanços dos governos petistas› Desenvolvimento Verde China América Latina› Keiko Fujimori proíbe cabelo comprido, maquiagem e unhas pintadas nas escolas públicas do Peru› Maracanã deixa de ser problema para Palmeiras como Nubank é para o Flu› China e Coreia do Norte inauguram nova ponte que interliga países e aprofundam laços econômicos› Netanyahu chama Brasil de ‘país pequeno’ ao defender candidatura de Flávio Bolsonaro› Lula celebra aprovação da PEC do fim da escala 6×1: ‘conquista histórica’› Senado aprova PEC do fim da escala 6×1 em vitória histórica para Lula e trabalhadores› Campanha de Lula diz que irá denunciar à OEA postura intervencionista da Meta› Líder do PL admite que Flávio Bolsonaro tentará reverter fim da 6×1 com PEC das Horas Trabalhadas› Direitos LGBT+, conquistas e avanços dos governos petistas› Desenvolvimento Verde China América Latina› Keiko Fujimori proíbe cabelo comprido, maquiagem e unhas pintadas nas escolas públicas do Peru› Maracanã deixa de ser problema para Palmeiras como Nubank é para o Flu
Entretenimento

Autor haitiano-canadense Thélyson Orélien nega ter usado IA, mas admite ter cometido plágio no passado

G1 Pop & Arte ·
Autor haitiano-canadense Thélyson Orélien nega ter usado IA, mas admite ter cometido plágio no passado

Autor canadense Thélyson Orélien JOEL SAGET / AFP O escritor haitiano-canadense Thélyson Orélien rejeitou nesta terça-feira (13) as acusações de que teria usado inteligência artificial para escrever seu romance best-seller, mas admitiu ter cometido plágio no passado.

Em uma carta enviada à Reuters e a outros veículos de mídia por sua editora francesa, a Grasset, Orelien abordou pela primeira vez em detalhes as alegações de que seu romance premiado, publicado este ano, “C’était Ça ou Mourir” (“Era Isso ou Morrer”), teria sido escrito com o uso de IA, bem como as acusações de plágio no passado.

Autor de livro finalista de prêmios é acusado de ter usado IA; escritor denuncia 'ataques racistas' Uma conta pouco conhecida no X, chamada “Balance ton Claude”, havia afirmado em setembro que uma ferramenta de detecção de IA havia mostrado que o romance de 2026 foi escrito quase inteiramente por IA.

O ensaísta francês Samuel Fitoussi posteriormente reivindicou a autoria da conta, dizendo que a administrava com outras pessoas não identificadas.

Agora no g1 Em seguida, o jornal canadense La Presse informou que um conto de Orelien, de 2012, havia plagiado trechos de um livro do autor francês Louis Pauwels, enquanto um artigo de opinião de 2013 havia sido copiado do jornal The Philippine Star.

Orelien negou ter usado IA, mas reconheceu o plágio anterior, afirmando que a admiração por outros escritores não justificava apresentar o trabalho deles como se fosse seu e classificando suas ações como “erros inaceitáveis”.

Um exemplar do livro "C'était ça ou mourir", um romance do autor Thelyson Orélien REUTERS/Sarah Meyssonnier Ele afirmou que “a crítica é sempre legítima, mas as ameaças, o linchamento midiático e o assédio racista a que venho sendo submetido há semanas são insuportáveis”, acrescentando que deseja que seu romance seja julgado “pelo que é”.

As acusações desencadearam um debate sobre raça, mérito literário e originalidade que agitou o meio literário francês.

“C’était Ça ou Mourir” é o romance de estreia do autor de 37 anos e conta a história de um migrante haitiano que viaja para o norte pela América Latina antes de chegar ao Canadá.

O livro ganhou diversos prêmios literários e deveria ser traduzido para vários idiomas.

“Este romance, eu mesmo o escrevi.

Ele vem das minhas feridas e das de outros migrantes.

Aquela ferida do exílio, da qual nunca se cura.

Este romance é o seu fruto; é o fruto do meu trabalho; é a minha criação”, escreveu Orelien na carta.

Ler a notícia completa no G1 Pop & Arte ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.

Mais de G1 Pop & Arte

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›