UFC: Jaqueline Amorim recebe seis meses de suspensão após falha em antidoping
A lutadora amazonense radicada nos Estados Unidos foi flagrada com a substância proibida 'ostarina' em seu organismo. A ostarina é um modulador seletivo de receptores androgênicos (SARM) com efeito anabolizante, proibida em competições esportivas por aumentar a massa muscular e o desempenho de forma artificial.
Apesar disso, o nível pouco elevado encontrado no exame conduzido pela 'Drug Free Sport International' era compatível com uma possível contaminação involuntária através de suplementos. Esta tese, defendida pela equipe da brasileira, acabou aceita pelos órgãos reguladores do programa antidoping do UFC, o que ajuda a explicar também o período mais curto do que o normal da suspensão determinada.
O inesperado flagra no antidoping e a suspensão resultante dele, no entanto, não influenciam na mais recente conquista da brasileira, que derrotou a tailandesa Loma Lookboonmee em maio deste ano. Isso porque, além de ter passada ilesa nos testes realizados antes e logo depois do combate disputado no card do UFC Macau, na China, a falha cometida por Jaqueline veio apenas em um exame coletado no dia 29 de julho - período já compreendido como 'fora de competição'.
Notificada em agosto da infração e com a suspensão retroativa a este momento, Jaqueline Amorim poderá voltar ao octógono do UFC a partir de fevereiro, mais especificamente do dia 18. Com cinco vitórias - todas pela via rápida - e duas derrotas desde que migrou do 'LFA', onde foi campeã, para o Ultimate, a faixa-preta amazonense deve ter pela frente em seu próximo compromisso uma rival que também faz parte do top 15 da divisão peso-palha, resta saber quem.
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