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De águas cristalinas a pedras: por que cânion paradisíaco atrai turistas mesmo durante a seca em MT?

G1 Mato Grosso ·
De águas cristalinas a pedras: por que cânion paradisíaco atrai turistas mesmo durante a seca em MT?

Cânion com 8 metros de profundidade seca em MT Um vídeo que mostra o Cânion do Jatobá, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, completamente seco voltou a chamar a atenção nas redes sociais no últimos dias.

Segundo especialistas consultados pelo g1, o baixo volume de água ocorre todos os anos durante a estiagem e transforma o visual de águas cristalinas conhecido pelos turistas, mas não impede totalmente a visitação.

A cada temporada, o cânion recebe cerca de 7 mil a 8 mil visitantes.

Durante a seca, as visitas ocorrem normalmente pelas formações rochosas, que permitem conhecer o ponto turístico sem as tradicionais piscinas geradas no período chuvoso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp O guia de turismo Victor Couto destacou que as visitas ao Cânion do Jatobá não são comprometidas pela transformação na paisagem e disse que há visitantes que vão ao local justamente para conhecer o cânion seco.

“Eles ficam muito impressionados com a rapidez com que ele seca.

Tem muita gente que fica curiosa e aí vem só para conhecer ele pessoalmente”, relatou.

Cânion do Jatobá costuma encher completamente após período de chuvas em MT Luana Samaia Neves de Souza O Cânion do Jatobá é um dos últimos atrativos da região a perder a água.

No entanto, Victor acrescentou que quando o processo inicia, a mudança pode ocorrer rapidamente.

“A partir de maio, os atrativos começam a secar, e o Cânion é o que demora mais para começar a perder água.

Às vezes, ele consegue ficar com água até agosto.

Só que, quando começa a secar, o processo é muito rápido.

Você vai em um dia e ele está com água; dois ou três dias depois, volta e ele já está totalmente seco”, detalhou.

O “sumiço” da água na superfície do cânion é um evento anual.

O Cânion do Jatobá é alimentado pela Cachoeira do Jatobá e, durante a estiagem, o fluxo de água deixa de correr pela superfície e passa a seguir inteiramente por baixo das rochas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.

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