Testemunha da morte de Tupac diz que não vai cooperar em julgamento: 'Me deixem fora disso'
O rapper Tupac e seu ex-empresário, 'Suge' Knight g1 Marion "Suge" Knight, testemunha do assassinato do rapper Tupac Shakur em 1996, disse que não vai cooperar com informações durante o julgamento do caso.
O julgamento contra o ex-líder de uma gangue, Duane "Keffe D" Davis, acusado de orquestrar o assassinato do rapper, começa nesta segunda-feira (10) em Las Vegas, 30 anos depois da morte do astro.
Aos 63 anos, ele pode pegar uma pena de prisão perpétua sem direito a redução da pena.
O assassinato continua sendo um dos crimes não resolvidos mais famosos dos Estados Unidos.
No dia do crime, "Suge" Knight, então empresário do cantor, dirigia o carro que tinha Tupac como passageiro.
Após parar num semáforo, o veículo foi alvejado e ambos foram baleados.
O rapper morreu no hospital, seis dias depois.
Agora no g1 Em entrevista para o canal de TV norte-americano "ABC", o ex-empresário do rapper disse que não vai cooperar.
"Não sou pago para resolver homicídios [...] Esse julgamento não tem nada a ver comigo, me deixem fora disso", disse, justificando que a decisão é por "lealdade" ao músico .
Knight está preso por homicídio.
Ele foi condenado a uma pena de 28 anos após um atropelamento em 2015.
A morte de Tupac Assassinado aos 25 anos, "2pac" era uma figura-chave da famosa rivalidade entre as cenas do hip-hop da costa oeste e da costa leste dos Estados Unidos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.