segunda-feira, 31 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Amazon é processada nos EUA por práticas de vendas de anúncios Órbita da Terra atinge limite máximo de segurança, aponta especialista O que está rolando hoje: UE enquadra ChatGPT e o novo telescópio da Nasa Alerta no Instagram: Contas de IA sem selo vão sumir de recomendações 1 em cada 3 brasileiros já sofreu tentativa de golpe de dados, diz pesquisa Golpe digital com dado pessoal atinge 27,5 milhões no Brasil, diz pesquisa Negócio de publicidade da OpenAI atinge receita anualizada de US$1 bilhão Nvidia investirá US$3,5 bi em fabricante de chips MediaTek Meta vence processo que alegava monopólio do Instagram em shopping Sony e Warner Music processam Anthropic por uso de músicas no treinamento de IA Amazon é processada nos EUA por práticas de vendas de anúncios Órbita da Terra atinge limite máximo de segurança, aponta especialista O que está rolando hoje: UE enquadra ChatGPT e o novo telescópio da Nasa Alerta no Instagram: Contas de IA sem selo vão sumir de recomendações 1 em cada 3 brasileiros já sofreu tentativa de golpe de dados, diz pesquisa Golpe digital com dado pessoal atinge 27,5 milhões no Brasil, diz pesquisa Negócio de publicidade da OpenAI atinge receita anualizada de US$1 bilhão Nvidia investirá US$3,5 bi em fabricante de chips MediaTek Meta vence processo que alegava monopólio do Instagram em shopping Sony e Warner Music processam Anthropic por uso de músicas no treinamento de IA
Últimas

Polícia prende dois últimos acusados de monitorar autoridades para o PCC

UOL Notícias ·
Polícia prende dois últimos acusados de monitorar autoridades para o PCC

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Dois homens acusados de integrar uma célula do PCC (Primeiro Comando da Capital) foram presos no interior de São Paulo . Segundo a acusação, o grupo monitorava o promotor Lincoln Gakiya , do Ministério Público , e o coordenador Roberto Medina, responsável por unidades prisionais da região oeste do estado.

Victor Hugo da Silva e Adilson Audinir Oliveira Júnior eram os únicos dos quatro acusados que ainda estavam em liberdade. A Folha procurou o advogado que já representou Victor Hugo no caso, mas não obteve resposta até a publicação deste texto. A reportagem também busca contato da defesa de Adilson.

Em julho, o Ministério Público de São Paulo apresentou denúncia contra quatro suspeitos sob acusação de monitorar autoridades públicas e dar apoio a planos da facção criminosa para cometer assassinatos.

Também foram denunciados Wellison Rodrigo Bispo de Almeida e Sérgio Garcia da Silva. Todos respondem por organização criminosa. À época da denúncia, um advogado que defendeu Wellison num caso de suspeita de tráfico de drogas não quis comentar o caso. A reportagem não identificou a defesa de Sérgio Silva.

As prisões ocorreram na sexta-feira (14), em Presidente Prudente e Álvares Machado, no oeste paulista, durante a Operação Recon. A SSP (Secretaria da Segurança Pública do estado) não informou qual deles foi localizado em cada cidade.

A Promotoria havia pedido a prisão preventiva (sem prazo) dos quatro e a inclusão deles no RDD (regime disciplinar diferenciado), que prevê regras mais rígidas de isolamento e restrição de contato com outros presos.

A investigação aponta que a célula monitorava Gakiya, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado ), e Medina, alvos de ordens de assassinato do PCC há mais de dez anos. No jargão da facção, estão "decretados".

Na denúncia, o Ministério Público afirma haver "um incremento na atuação da facção em detrimento dos agentes públicos, gerando risco iminente a suas vidas".

Os promotores listaram nove processos instaurados no Tribunal de Justiça desde 2019 que mencionam ameaças contra autoridades, informações sobre geolocalização de pessoas monitoradas e ordens de assassinato.

A investigação que levou à identificação do grupo começou após a prisão em flagrante de Victor Hugo, conhecido como VH, sob suspeita de tráfico de drogas, em julho de 2025. A quebra de sigilo do celular dele levou a polícia a encontrar indícios de que integrantes da facção levantavam informações sobre a rotina das autoridades e de seus familiares.

Dados de geolocalização do aparelho apontaram que VH esteve nas imediações da penitenciária e do Poupatempo de Presidente Venceslau, locais de trabalho de Medina e da mulher dele.

Conforme a acusação, VH teria levantado trajetos entre o trabalho e a residência do casal, modelos e placas de veículos e produzido fotos e vídeos da rotina dos dois.

As informações seriam repassadas a Wellison, que vivia em uma chácara em Presidente Bernardes próxima à rota utilizada por Medina para chegar ao trabalho.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›