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França alerta sobre 300 mil preservativos potencialmente inseguros

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França alerta sobre 300 mil preservativos potencialmente inseguros

PARIS, 21 Ago (Reuters) - Órgãos franceses das áreas de saúde e de combate à fraude emitiram nesta ​sexta-feira um alerta contra dezenas ​de milhares de preservativos potencialmente inseguros vendidos na internet, em lojas e farmácias.

As agências recolheram cerca de 260 mil preservativos ​vendidos em farmácias ⁠e ​lojas após testes laboratoriais constatarem que dois ⁠produtos apresentavam risco de rompimento ​ou a presença de perfurações, informaram em comunicado.

Elas recomendaram que as pessoas que utilizaram esses preservativos ‌façam exames para detectar doenças ‌sexualmente ​transmissíveis e realizem um teste de gravidez caso a menstruação não ocorra.

A agência antifraude, conhecida como DGCCRF, ‌e a agência de saúde, DGS, também identificaram 30 linhas de preservativos listadas em plataformas de comércio eletrônico que não possuíam o selo de conformidade da UE nem rotulagem em francês.

O alerta incluiu uma lista de marcas de ​preservativos não conformes, incluindo duas fabricadas pela empresa japonesa Okamoto Industries e as ‌marcas francesas My Lubie e Friday Bae, entre outras.

O diretor-executivo da My Lubie, Pierre Lagache, disse à Reuters ‌que o recall envolveu ‌apenas um lote que apresentou resultado negativo nos testes, embora testes de ⁠acompanhamento no mesmo lote tenham demonstrado conformidade.

“Estamos falando de um dispositivo médico: ao menor sinal de dúvida, retiramos do mercado sem esperar”, disse ele.

“A My Lubie recolheu esse ​lote por ​iniciativa própria, como medida de precaução, mesmo que as próprias análises do fabricante não tenham encontrado nenhuma não conformidade. Apenas um lote foi afetado, nenhum outro produto da nossa linha, e até o momento nenhum dano nos foi relatado.”

A Okamoto Industries e a ⁠Friday Bae não responderam imediatamente a solicitações separadas da Reuters ​por comentários.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

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