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Grupo de chefe do PCC camuflava drogas em pneus de carretas de minério em rota do tráfico da Bolívia

G1 Mato Grosso do Sul ·
Grupo de chefe do PCC camuflava drogas em pneus de carretas de minério em rota do tráfico da Bolívia

Vigilante da PF em MS é preso suspeito de ajudar grupo criminoso do padrasto Caminhões carregados com minério de ferro eram usados por uma organização criminosa para transportar drogas da Bolívia para o Brasil.

Para facilitar o esquema, o grupo pagava funcionários de mineradoras para permitir o carregamento dos veículos sem fiscalização, segundo as investigações.

Entre os alvos da Operação Capolinea, deflagrada nesta quinta-feira (15), estão Gerson Palermo, apontado como um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), Aguinaldo Chaleira e um vigilante que trabalhava na Delegacia da Polícia Federal em Corumbá (MS).

O vigilante é enteado de um dos chefes da organização e é suspeito de repassar informações internas da unidade aos criminosos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A operação busca desarticular o grupo, que trazia entorpecentes pela fronteira entre Corumbá e Puerto Quijarro, na Bolívia, e distribuía as drogas para Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Minas Gerais.

LEIA MAIS: Chefe do PCC solto por desembargador e outros dois são presos em operação contra tráfico internacional Vigilante da PF é preso suspeito de ajudar organização criminosa chefiada pelo padrasto em MS Cerca de 100 policiais participam da ação.

A Justiça autorizou o cumprimento de 20 mandados de busca e apreensão, 14 de prisão preventiva e sete de prisão temporária, além do bloqueio e sequestro de bens avaliados em R$ 24 milhões.

Funcionários recebiam dinheiro para facilitar o transporte Grupo usava caminhões de minério para levar drogas da Bolívia a MS Fabiano do Valle/TV Morena De acordo com a investigação, os criminosos aproveitavam o grande fluxo de caminhões que transportam minério de ferro na região de Corumbá para movimentar as drogas.

O grupo aliciava funcionários de mineradoras, incluindo supervisores e operadores de balança.

Eles receberiam pagamentos por transferências via Pix para permitir que os caminhões fossem carregados sem passar pela fiscalização.

Além de aproveitar as cargas de minério, os investigados escondiam entorpecentes em pneus e tanques de combustível de caminhões.

Cargas de grãos também eram usadas para ocultar as drogas.

A estratégia permitia transportar os entorpecentes em meio à movimentação habitual de mercadorias, dificultando a identificação das cargas usadas pelo grupo.

Gerson Palermo e vigilante da PF estão entre os alvos Gerson Palermo, apontado como um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), está entre os alvos da operação.

Ele ficou cerca de seis anos foragido após ser solto por uma decisão judicial e foi capturado na Bolívia em maio deste ano, quando voltou a ser preso.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.

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