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Super El Niño pode estar entre os mais intensos já registrados; veja o que esperar

G1 ·
Super El Niño pode estar entre os mais intensos já registrados; veja o que esperar

Cientistas monitoram formação de 'Super El Niño' e alertam para impactos no Brasil Eventos extremos cada vez mais frequentes colocam o clima no centro das atenções.

Cientistas acompanham a formação de um "Super El Niño", que pode se tornar um dos mais intensos já registrados.

Para entender como o fenômeno se forma e tentar antecipar seus efeitos, pesquisadores combinam tecnologias de monitoramento com registros preservados pela natureza ao longo de milhares de anos.

Hoje, os cientistas conseguem acompanhar a evolução do El Niño com meses de antecedência e entender melhor os mecanismos que alimentam o fenômeno.

Em condições normais, correntes frias sobem na costa do Peru e trazem nutrientes para a superfície.

Ao mesmo tempo, os ventos alísios empurram a água mais quente para a região da Indonésia.

Durante o El Niño, esses ventos enfraquecem.

A água quente se desloca para o leste e altera os padrões atmosféricos em diferentes partes do planeta.

É esse mecanismo que ajuda a explicar por que um fenômeno que começa no Oceano Pacífico pode provocar efeitos tão distantes dali.

Quando o El Niño surpreendeu a ciência O El Niño é conhecido desde o período das grandes navegações.

O nome surgiu porque pescadores observavam o aquecimento das águas do Pacífico na costa do Peru próximo ao Natal, em referência ao Menino Jesus.

Apesar do conhecimento acumulado, nem sempre foi possível prever a força do fenômeno.

Em 1982 e 1983, o mundo foi surpreendido pelo que então era o maior El Niño já registrado.

No Nordeste brasileiro, a seca destruiu lavouras.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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