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Após perder a mãe, João encontrou na escola acolhimento e profissão

Campo Grande News ·
Após perder a mãe, João encontrou na escola acolhimento e profissão

Ser professor vai muito além de ensinar conteúdos, aplicar provas e corrigir atividades.

Para João Victor Pereira de Souza, de 23 anos, a profissão também significa criar memórias, despertar a curiosidade e mostrar que aprender pode ser divertido e uma forma também de superar o luto.

Professor de português, inglês e redação, ele transforma filmes, personagens, músicas e até premiações de cinema em ferramentas de ensino, levando um pouco da própria personalidade para as atividades com os estudantes.

Atualmente, João Victor leciona na Escola Estadual Arlindo de Andrade Gomes e no Liceu, em Campo Grande.

Mas a vontade de seguir a profissão começou muito antes da faculdade de Letras na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Ainda criança, após perder a mãe, encontrou nos professores o acolhimento de que precisava.

"Eu sempre quis ser professor porque, quando estava no fundamental, passei por muitas coisas.

Perdi minha mãe e, como não tinha muitos amigos por perto, geralmente quem perguntava, quem se importava eram os professores", relembra.

A escola se tornou um lugar tão importante que ele ficava triste quando não tinha aula.

"Eu era aquela criança que ficava triste quando não ia para a escola.

Eu queria ir, queria ver os professores.

Sempre gostei daquele ambiente", conta.

Foi durante a graduação que começou a experimentar maneiras diferentes de ensinar.

No Progeli (programa de ensino de línguas da universidade), onde iniciou a trajetória como professor de inglês, João Victor percebeu que poderia transformar suas próprias experiências como estudante em métodos de ensino.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

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