quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Estudiantes x Flamengo: horário e onde assistir ao jogo da Libertadores› Recuperado, Endrick reforça 'fico' ao comandar virada do Real em 37 minutos› Santos mantém ação judicial e cobra R$ 30 mil de marca ligada a Neymar› Rossi supera falha e volta ao palco em que foi herói do Flamengo na Liberta› Palmeiras dá a bola ao Flu e exorciza fantasma para ficar perto da final› Palmeiras revê palco de campanha perfeita na Liberta com 4 remanescentes› Santos tem R$ 25,5 mi vencidos a receber no Brasil; veja quais clubes devem› Lucas Moura pode ser titular contra o Vasco após 216 dias no São Paulo› Corinthians defende 'hegemonia que restou' e pode bater recorde na Liberta› Libertadores Feminina começa hoje, e UOL transmite fase de grupos› Estudiantes x Flamengo: horário e onde assistir ao jogo da Libertadores› Recuperado, Endrick reforça 'fico' ao comandar virada do Real em 37 minutos› Santos mantém ação judicial e cobra R$ 30 mil de marca ligada a Neymar› Rossi supera falha e volta ao palco em que foi herói do Flamengo na Liberta› Palmeiras dá a bola ao Flu e exorciza fantasma para ficar perto da final› Palmeiras revê palco de campanha perfeita na Liberta com 4 remanescentes› Santos tem R$ 25,5 mi vencidos a receber no Brasil; veja quais clubes devem› Lucas Moura pode ser titular contra o Vasco após 216 dias no São Paulo› Corinthians defende 'hegemonia que restou' e pode bater recorde na Liberta› Libertadores Feminina começa hoje, e UOL transmite fase de grupos
Últimas

Contas da Bahia pioram sob Jerônimo Rodrigues (PT), mas investimentos aumentam

UOL Notícias ·
Contas da Bahia pioram sob Jerônimo Rodrigues (PT), mas investimentos aumentam

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

A situação fiscal da Bahia se deteriorou na gestão de Jerônimo Rodrigues ( PT ) em comparação com o governo do seu antecessor, o petista Rui Costa , na análise dos principais indicadores orçamentários do estado.

Jerônimo, que busca a reeleição, assumiu com superávit orçamentário acumulado de R$ 8,48 bilhões nos quatro anos da gestão Rui Costa. O quadriênio de seu governo pode acabar com déficit de R$ 7,3 bilhões, segundo números oficiais e estimativas publicadas pelo governo da Bahia. Os valores são corrigidos pela inflação.

Em 2025, as contas baianas registraram superávit orçamentário de R$ 480 milhões. Para 2026, último ano do mandato do governador, as projeções oficiais apontam para um déficit de R$ 5,72 bilhões, com base nos documentos oficiais do final do terceiro bimestre.

A Folha analisou a situação fiscal da Bahia, uma das vitrines do PT, com base nos principais indicadores de 2019 a 2026 e com o auxílio de especialistas. Apesar da piora, o estado mantém dívida controlada e nota no Tesouro que permite a tomada de empréstimos com garantia da União.

Esta é a quarta reportagem da série Estado das Contas, sobre a situação fiscal dos cinco estados mais populosos do país: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná.

A reportagem procurou, desde o dia 8, o secretário de Finanças da Bahia, Manoel Vitório, mas na sexta (11) a assessoria informou que, por questão de agenda, ele não poderia falar.

Em nota, a Secretaria de Fazenda afirmou que o endividamento é baixo, que o estado é um dos "líderes em investimento no país" com uso de recursos próprios e com capacidade de obter garantia da União em empréstimos, e defendeu que não há riscos de insolvência para as contas públicas locais.

Além da piora na situação orçamentária, o resultado primário também piorou. A gestão Rui Costa acumulou primário positivo de R$ 13,5 bilhões, e Jerônimo pode terminar o mandato com déficit primário de R$ 3,32 bilhões.

O resultado primário contabiliza as receitas menos as despesas, sem contar os custos financeiros com juros (o dinheiro que saiu ou não do caixa). Já o orçamentário calcula as receitas realizadas menos as despesas empenhadas.

No ano passado, Jerônimo elevou a meta de déficit primário de R$ 1,1 bilhão para R$ 4,2 bilhões, sob críticas do TCE-BA (Tribunal de Contas da Bahia).

"Embora a obtenção de resultado primário deficitário não caracterize, por si só, falta de responsabilidade fiscal, a alteração da meta ao final do exercício exige análise própria, pois as metas fiscais devem funcionar como instrumentos prévios de planejamento, transparência e condução da política fiscal", alertou a conselheira Carolina Matos, relatora das contas estaduais do ano passado.

Os números também se deterioraram quando o caixa do estado é analisado. A disponibilidade líquida após os restos a pagar mede a sobra de recursos depois de descontadas obrigações a serem pagas. É uma medida mais próxima da capacidade financeira imediata do estado.

O saldo de caixa livre após essas obrigações fechou 2025 em R$ 900 milhões, ante R$ 5,3 bilhões ao final de 2022.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›