segunda-feira, 31 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Tecnologia

Onimusha: Way of the Sword impressiona à primeira vista, mas não alcança todo seu potencial

TecMundo ·
Onimusha: Way of the Sword impressiona à primeira vista, mas não alcança todo seu potencial

Não tem sido incomum na indústria dos games, nos últimos anos, o renascimento de franquias que pareciam esquecidas em gerações passadas.

Prince of Persia, Fatal Fury e Okami são apenas alguns exemplos de séries que, por muito tempo, pareciam relegadas ao passado, mas que tiveram ou ainda têm seu retorno programado nos últimos anos.

Entre esses casos está Onimusha, cuja volta foi anunciada pela Capcom com Onimusha: Way of the Sword, um novo capítulo para a saga que não recebia um título principal desde 2006, com Onimusha: Dawn of Dreams.

A franquia ficou conhecida por seu gameplay focado em ação, inicialmente com câmeras fixas e, posteriormente, adotando uma abordagem mais próxima do que vemos nos jogos modernos, além de sua ambientação inspirada no Japão feudal e em seu rico folclore.

Mas será que, após duas décadas de ausência, Onimusha: Way of the Sword representa o tão esperado retorno triunfal da série para o público contemporâneo? Você descobre mais, na nossa análise a seguir.

Uma aventura cheia de personalidade Um dos primeiros aspectos que se destacam em Onimusha: Way of the Sword são seus personagens.

Acompanhamos a história de Miyamoto Musashi, um samurai cujo principal objetivo é se tornar cada vez mais forte e habilidoso ao enfrentar adversários mais poderosos.

Porém, por circunstâncias que não iremos revelar para evitar spoilers, ele acaba entrando em posse de uma Manopla Oni, um artefato imbuído com os poderes das lendárias criaturas do folclore japonês.

Com posse desse novo artefato, Musashi passa a ter a missão de proteger a terra da ameaça dos Genma, demônios que derrotaram os Oni e agora buscam dominar o mundo.

Ao mesmo tempo, ele precisa lidar com o próprio conceito de força, já que rejeita os poderes que recebeu por considerá-los algo que não conquistou por mérito próprio.

Embora a trama seja relativamente simples, mesmo contando com algumas reviravoltas interessantes, ela é apresentada de forma bastante competente.

O grande destaque, no entanto, fica para as atuações e para a qualidade das expressões faciais dos personagens.

Musashi, por exemplo, é o clássico protagonista fanfarrão, e tanto a atuação de Yoshimasa Hosoya quanto o excelente trabalho de captura de movimentos e animação facial proporcionado pela RE Engine conseguem transmitir sua personalidade de forma brilhante para a tela.

Musashi é um excelente e carismático protagonista Outro ponto que merece elogios é a ambientação de Quioto e a construção dos cenários.

Ler a notícia completa no TecMundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.

Este assunto em outros veículos

Mais de TecMundo

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›