Quem são as segundas opções de voto dos eleitores de Augusto Cury
Augusto Cury é a surpresa da corrida presidencial.
E o destino de seus votos pode ser decisivo no segundo turno.
O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) seguem na frente na disputa pelo Planalto.
Mas quem roubou a cena depois do debate da Band e das sabatinas no Jornal Nacional foi outro nome: Augusto Cury , do Avante.
Conheça o JOTA PRO Eleições, cobertura eleitoral especial do JOTA que oferece transparência e previsibilidade para empresas O candidato dominou as buscas, cresceu nas redes e agora aparece nos números.
Nesta segunda-feira (31/8), duas pesquisas nacionais confirmaram o fenômeno.
Na BTG/Nexus, Cury saltou de 2% para 11% — o primeiro “candidato alternativo” a furar a barreira dos dois dígitos.
Na AtlasIntel/Bloomberg, foi de 1,6% para 7,8%.
O salto muda o jogo.
E levanta a pergunta: quem herdaria os votos de Cury caso ele deixasse a disputa, e para onde os eleitores migrariam em um eventual segundo turno sem ele? A resposta está na própria pesquisa AtlasIntel, que perguntou aos eleitores qual seria a segunda opção de voto; um raio-X de para onde o eleitorado pode migrar se o tabuleiro mudar.
Entre os apoiadores de Cury, o resultado é dividido: 23% têm Flávio Bolsonaro como plano B, o mesmo percentual dos que preferem votar em branco ou nulo antes de migrar para outro nome.
Lula vem logo atrás, com 15%.
Pablo Marçal (PRTB) fica com 13%, Renan Santos (Missão) com 11%, Ronaldo Caiado (PSD) com 8% e Romeu Zema (Novo) com 4%.
Assine gratuitamente a newsletter Últimas Notícias do JOTA e receba as principais notícias jurídicas e políticas do dia no seu email O recado dos números: o dado mais importante é que Cury tem um eleitorado relativamente “solto” – e, sobretudo, disperso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.