Investigados por esquema de apostas ilegais no interior do RN terão que pagar R$ 1,4 milhão
Acordo de Não Persecução Penal foi firmado com o MPRN MPRN/Divulgação Três pessoas investigadas por envolvimento em um esquema de apostas ilegais confessaram práticas ilícitas e firmaram um acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN).
O acordo, segundo o órgão, prevê o pagamento de R$ 200 mil e a perda de outros R$ 1,2 milhão, totalizando R$ 1,4 milhão.
O caso faz parte da Operação Conto da Sorte, que investiga um grupo suspeito de explorar jogos de azar usando, entre outros recursos, a Lotseridó, loteria criada pela Prefeitura de Bodó, no interior do Rio Grande do Norte. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp As investigações também apontaram o uso de empresas de fachada e de sistemas digitais para direcionar usuários a sites de apostas ilegais.
As apurações continuam em relação aos demais investigados.
O g1 buscou posicionamento da Prefeitura de Bodó, mas não houve resposta até a última atualização desta matéria.
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O valor será dividido entre a Receita Federal e o Ministério da Fazenda.
Já os R$ 1,2 milhão correspondem à perda definitiva de recursos apontados como lucro presumido do esquema, que serão destinados aos cofres estaduais.
O acordo também estabelece que empresas ligadas ao grupo comprovem a implantação de um programa de integridade, conhecido como compliance, no prazo de 180 dias.
Como funcionava o esquema Segundo as investigações do MPRN, o grupo usava a Lotseridó, loteria criada pela Prefeitura de Bodó, no interior do Rio Grande do Norte, como parte da estrutura investigada.
O caso envolve suspeitas de exploração de jogos sem autorização e ocultação de recursos.
Outra frente investigada envolve a inserção de códigos em páginas de órgãos públicos e instituições de ensino, inclusive em sites com domínio “.gov.br” e “.edu.br”.
A prática teria criado arquivos que direcionavam mecanismos de busca e usuários para páginas de apostas ilegais, dando aparência de credibilidade aos sites.
O grupo também teria usado empresas registradas em nome de terceiros para movimentar recursos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Norte.