Cordão de girassol e outros símbolos: veja como acessórios ajudam a sinalizar deficiências ocultas
Apenas o cordão de girassol tem reconhecimento em lei federal no Brasil Reprodução/TV Integração O cordão de girassol e outros acessórios de identificação têm se tornado cada vez mais comuns em locais públicos.
Usados no pescoço, eles ajudam a sinalizar que a pessoa pode ter uma deficiência oculta ou uma condição de neurodiversidade.
No entanto, apenas o cordão de girassol tem reconhecimento em lei federal no Brasil (veja mais detalhes abaixo).
Em Mogi das Cruzes, Talita Vanessa de Lima Fernandes usa o cordão de identificação por causa do filho, Endrick Bernardo, de 2 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível de suporte 2.
Como Endrick ainda é pequeno, quem usa o cordão com o símbolo de quebra-cabeça é a mãe.
Segundo Talita, o acessório é utilizado sempre que eles saem de casa. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp “Quando usamos as pessoas, tendem a não ficar olhando com cara feia em uma crise de choro, por exemplo, e algumas até oferecem ajuda.
Quando chego em algum local, já dão preferência no atendimento, mas não é sempre.
Tem locais que mandam pegar senha preferencial e aguardar, e alguns lugares já atendem de imediato”, explicou.
Os cordões podem ser usados em ambientes públicos e privados, como aeroportos, escolas, hospitais, transportes, shoppings e eventos.
Endrick Bernardo tem 2 anos e foi diagnosticado com TEA.
A mãe dele é quem usa o cordão de quebra-cabeça Talita de Lima/Arquivo pessoal Segundo a psicóloga da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Mogi das Cruzes, Tauanny Fernanda Santos, o uso dos acessórios ajuda a reconhecer as necessidades individuais, garante um atendimento mais humanizado e reduz constrangimentos em situações de comunicação e compreensão.
Entre os modelos, apenas o cordão de girassol tem reconhecimento em lei federal no Brasil.
O acessório identifica pessoas com deficiências ocultas, como auditivas, visuais, intelectuais e o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A Lei nº 14.624, sancionada em julho de 2023, incluiu o cordão no Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.